CAU/BR, CAU/UF, COMISSÕES, ENSINO E FORMAÇÃO, PLENÁRIAS|

O CAU/BR decidiu que devem ser recusados os pedidos de registro profissional de bacharéis em Arquitetura e Urbanismo formados em cursos na modalidade Ensino a Distância (EaD). Dessa forma, os 27 CAU/UF que atuam nos Estados e no Distrito Federal – responsáveis por realizar o registro de novos arquitetos e urbanistas – não poderão registrar esses egressos, impedindo-os de atuar na profissão. A deliberação foi tomada pelos conselheiros federais do CAU/BR durante a 88ª Reunião Plenária do Conselho, realizada em Brasília no dia 29 de março. Considerou-se para essa decisão que o campo da Arquitetura e Urbanismo está relacionado com a preservação da vida e bem-estar das pessoas, da segurança e integridade do seu patrimônio e da preservação do meio ambiente, e portanto tem impactos diretos sobre a saúde do indivíduo e da coletividade.

 

Além disso, o Código de Ética e Disciplina do CAU/BR determina que o arquiteto e urbanista deve deter um conjunto sistematizado de conhecimentos das artes, das ciências e das técnicas, assim como das teorias e práticas específicas da Arquitetura e Urbanismo, sendo impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância. Segundo a CEF do CAU/BR, um dos princípios que embasam a Arquitetura e Urbanismo e o Paisagismo é a necessária condição geográfica, sem prejuízo das de caráter histórico e cultural, sendo impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância.

 

Recentes normativas do Ministério da Educação têm ampliado continuamente o percentual do EAD na graduação universitária de diversas profissões, permitindo a oferta de cursos 100% a distância, substituindo integralmente o ensino presencial. No Brasil, existem hoje 32 instituições de ensino que estão autorizadas pelo MEC a oferecer 84.000 vagas de Arquitetura e Urbanismo em mais de 400 polos espalhados pelo país. Nove cursos EaD já estão funcionando, com turmas ativas.

 

“É impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância”

 

“Essa é uma preocupação de um grande grupo de profissões, como pude ver em outros conselhos profissionais”,  afirmou o presidente do CAU/BR, Luciano Guimarães. “Nossa decisão se baseia no fato do Conselho ter como uma de suas finalidades pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da Arquitetura e Urbanismo em todo o território nacional. A proposta partiu da Comissão de Ensino e Formação, que tem como objetivo propor, apreciar e deliberar sobre atos normativos de ensino e formação referentes a ações que visem a melhoria das condições de oferta e da qualidade dos cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo, como previsto em nosso Regimento Interno”.

 

A conselheira Andrea Vilella, representante das Instituições de Ensino Superior e  coordenadora da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR, destacou que a sociedade brasileira deve entender que a formação a distância na Arquitetura e Urbanismo traz riscos tão graves quanto na área da Saúde. “Trata-se de segurança da vida, por isso outras profissões como dentistas, farmacêuticos e veterinários também criticam o ensino a distância”, afirmou.

 

Importante: Comissão de Ensino e Formação esclarece dúvidas quanto a “cursos semipresenciais”

 

Andrea Vilella, coordenadora da CEF

 

Presente na Plenária, João Carlos Correia, presidente da ABEA (Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo), elogiou a iniciativa em nome de sua entidade e das demais componentes do CEAU (Colegiado das Entidades de Arquitetura e Urbanismo), ao qual representava na ocasião.

 

Vários conselheiros declararam-se orgulhosos por participar da decisão, considerando-a um marco histórico para a Arquitetura e Urbanismo no Brasil.  Segundo eles, não se trata de abominar o valor das novas tecnologias,  mas o ensino a distância é a própria negação da essência da Arquitetura e Urbanismo, esferas ligadas à territorialidade e à paisagem, o que exige  aulas de ateliê diretamente vinculadas ao exercício do desenho conjunto com os professores, pois trata-se de um curso muito complexo que envolve técnica e criatividade, além de um senso crítico muito apurado.

 

A 88a. Plenária ocorreu nos dias 28 e 29 de março de 2019

 

MANIFESTAÇÃO PÚBLICA
Em 2017, o CAU/BR já havia manifestado publicamente sua preocupação e discordância com a improcedente e perigosa oferta de cursos de graduação na modalidade Educação à Distância (EAD). A Manifestação sobre EaD destaca que, entre 2012 e 2017, dobrou o número de cursos de Arquitetura e Urbanismo no país, sem que houvesse uma distribuição territorial planejada e que contemplasse a avaliação das respectivas e reais demandas de serviços profissionais. “Entendemos que os cursos de Arquitetura e Urbanismo na modalidade EAD, até agora cadastrados no MEC, não atendem a legislação vigente do setor educacional, por não contemplarem a relação professor/aluno própria dos ateliês de projeto e outras disciplinas; as experimentações laboratoriais e a vivência para a construção coletiva do conhecimento”, dizia o texto.

 

Desde 2014, o CAU/BR firmou acordo com o Ministério da Educação para se manifestar sobre o o processos de autorização, reconhecimento e renovação dos cursos de Arquitetura e Urbanismo no país – usando para isso suas ferramentas de geotecnologia, que mapeiam a atuação de arquitetos e urbanistas e permitem saber aonde há necessidade de profissionais e também aonde o mercado está saturado. A esmagadora maioria desses pareceres foi desfavorável à autorização dos cursos, mas eles foram reconhecidos pelo Ministério da Educação mesmo assim. Levantamento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR mostra que os novos cursos estão sendo ofertados justamente em cidades com excesso de profissionais, enquanto em outras regiões do país precisam de mais cursos, profissionais e investimentos.

 

Leia aqui a manifestação do CAU/BR sobre cursos EaD

 

As críticas foram reiteradas em carta ao Ministro da Educação em 28 de abril de 2018.

 

Também ABEA, IAB, FeNEA e FNA já se pronunciaram publicamente contra o ensino de Arquitetura e Urbanismo na modalidade EaD. Saiba mais:

 

Carta da ABEA contra o ensino de Arquitetura e Urbanismo a distância

 

Em carta ao MEC, IAB critica ensino a distância de Arquitetura e Urbanismo

 

Carta da FeNEA sobre os cursos de Arquitetura e Urbanismo em modalidade EAD

 

FNA manifesta apoio à ABEA contra Ensino a Distância

 

PROBLEMAS NOS CURSOS
No começo deste ano, o CAU/RS começou a investigar denúncias de estudantes que alegam ter recebido conceito máximo em disciplinas práticas que sequer cursaram. Um aluno recebeu conceito “Excelente” em determinada disciplina que sequer cursava, sem ter acesso ao conteúdo das aulas e sem desenvolver as práticas necessárias para a avaliação. Outro, por exemplo, obteve o mesmo conceito para a prática de Desenho Arquitetônico, quando não houve práticas para subsidiar a avaliação.

 

Diante dessas situações, o CAU/RS encaminhou as denúncias ao Ministério da Educação e decidiu no dia 22 de março não conceder o registro profissional no conselho estadual a egressos de cursos de arquitetura e urbanismo ofertados na modalidade EAD. “Avaliamos que a modalidade EAD possui graves problemas de desempenho, avaliação e controle, gerando impacto negativo na qualidade do ensino de graduação”, afirma nota oficial divulgada pelo CAU/RS. Leia aqui.

226 Replies to “CAU/BR decide recusar registro profissional a alunos formados em cursos EaD”

  1. John Klecio Gomes do Nascimento disse:

    Caros colegas. Afirmo com toda certeza que terei competência suficiente para exercer a profissão quando me formar no curso SEMI-PRESENCIAL de arquitetura e urbanismo. Informando também que não tendo a liberação para o registro. Irei direto para justiça. Pelo que vejo e leio, são os arquitetos de todo país revoltados com um órgão tão incompetente como o de voces! Ajudem ao invés de atrapalhar

    • Carolina disse:

      Meu curso semi presencial é mais completo que o presencial de muitas universidades. Aulas muito complexas e com muito material presencial.
      Temos alguma forma de procurar nossos direitos???

      • CAU/BR disse:

        Esclarecimento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR: “Diante dos questionamentos recebidos sobre a abrangência da Deliberação Plenária do CAU/BR DPOBR Nº 0088-01/2019 aos cursos ditos “semipresenciais”, esclarecemos: 1. Conforme os normativos vigentes do Ministério da Educação (MEC), não existem cursos na modalidade semipresencial. O que pode existir são cursos de graduação presenciais que oferecem parte de sua carga horária a distância, como também cursos na modalidade de ensino a distância (EAD) com atividades presenciais; 2. Nos casos dos cursos presenciais, o Ministério da Educação (MEC) autoriza que, no máximo, 20% da carga horária total do curso seja ocupada com atividades a distância. As disciplinas na modalidade a distância devem estar claramente identificadas na matriz curricular do curso, e o projeto pedagógico do curso deve indicar a metodologia a ser utilizada nessas disciplinas; 3. Sendo assim, é necessário que os estudantes e bacharéis de Arquitetura e Urbanismo confiram a modalidade de seu curso de origem (se presencial ou EAD) para que verifiquem se suas solicitações de registro profissional poderão ser recusadas pelos CAU/UF.”

    • Euller Soares Monteiro disse:

      Perdoe-me Johon Klecio….

      Más, você, está sendo enganado…

      Imagino a frustração, más quem deveria ser processado é a faculdade que lhe vendeu este “gato-por-lebre”…

      E lhe, afirmo, você, (à não ser que você seja daquelas pessoas prodígio… …aquelas que são exceção à regra…) nunca terá competência suficiente para exercer a profissão, pois você com plena certeza, terá debilidades, que serão complexas de se remover… …e que neste momento, você não as conseguirá se aperceber delas.

    • CAU/BR disse:

      Esclarecimento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR: “Diante dos questionamentos recebidos sobre a abrangência da Deliberação Plenária do CAU/BR DPOBR Nº 0088-01/2019 aos cursos ditos “semipresenciais”, esclarecemos: 1. Conforme os normativos vigentes do Ministério da Educação (MEC), não existem cursos na modalidade semipresencial. O que pode existir são cursos de graduação presenciais que oferecem parte de sua carga horária a distância, como também cursos na modalidade de ensino a distância (EAD) com atividades presenciais; 2. Nos casos dos cursos presenciais, o Ministério da Educação (MEC) autoriza que, no máximo, 20% da carga horária total do curso seja ocupada com atividades a distância. As disciplinas na modalidade a distância devem estar claramente identificadas na matriz curricular do curso, e o projeto pedagógico do curso deve indicar a metodologia a ser utilizada nessas disciplinas; 3. Sendo assim, é necessário que os estudantes e bacharéis de Arquitetura e Urbanismo confiram a modalidade de seu curso de origem (se presencial ou EAD) para que verifiquem se suas solicitações de registro profissional poderão ser recusadas pelos CAU/UF.”

  2. LETICIA THURMANN PRUDENTE disse:

    Concordo. Arquitetura e Urbanismo não se ensina a distância.

  3. Fabrício Brito disse:

    Muito bom, parabéns ao CAU

  4. Ariane disse:

    Parabéns.
    Acredito, infelizmente, que já seja necessário planejar a prova para registro. Similar ao exame da OAB.

    • Gabriel Carlos Ribeiro disse:

      Tão somente prova, e não barrar o EaD. Mas sabe o motivo de barrar e não fazer prova? Porque fica feio pros que fazem presencial terem nota menor ou reprovarem enquanto os EaD passam… Essa é a questão! Derrubar o mais fraco ao invés de tornar-me mais forte. Chega um momento que só ficam os fracos que derrubaram os fracos…

  5. oseias disse:

    Se é autorizado pelo MEC não podem penalizar os estudantes, a maioria faz o maior esforço pra pagar o curso e depois chega no final e não pode exercer, se o MEC autorizou, agora que se ardam, ou então façam o favor de indenizar os alunos.

    • Gabriel Carlos Ribeiro disse:

      Exato… Ridícula decisão!!! O problema não é o EaD… O problema é o aluno incompetente que não presta atenção, que “arrota grosso” em sala de aula pq o pai tem dinheiro, que cola e discute com professor, que compra trabalho pra ficar bebendo no bar… O que faz o aluno se tornar um verdadeiro profissional é a dedicação, o querer aprender! Se ao invés de recusar registro tornasse obrigatória realização de prova com nota mínima (como é na OAB e como também deveria ser em todo conselho de profissionais que podem colocar em risco a vida de pessoas), a coisa mudaria muito! Acredite: já vi arquiteto e engenheiro com mais de 30 anos de registro falar que “tanto faz a bitola do fio” como já vi recém formados que fizeram projetos elétricos melhores que engenheiros eletricistas e técnicos eletrotécnicos… Barrar EaD não é avanço: mas não realizar uma prova pra limitar a escória que entra sim, é um retrocesso…

  6. Fabiola disse:

    Parabéns pela decisão do Cau.

  7. Lucas Alcantara disse:

    Prezados,

    Hoje eu curso arquitetura e urbanismo, no regime semipresencial o mesmo também nao sera reconhecido pelo CAU?

    • CAU/BR disse:

      Esclarecimento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR: “Diante dos questionamentos recebidos sobre a abrangência da Deliberação Plenária do CAU/BR DPOBR Nº 0088-01/2019 aos cursos ditos “semipresenciais”, esclarecemos: 1. Conforme os normativos vigentes do Ministério da Educação (MEC), não existem cursos na modalidade semipresencial. O que pode existir são cursos de graduação presenciais que oferecem parte de sua carga horária a distância, como também cursos na modalidade de ensino a distância (EAD) com atividades presenciais; 2. Nos casos dos cursos presenciais, o Ministério da Educação (MEC) autoriza que, no máximo, 20% da carga horária total do curso seja ocupada com atividades a distância. As disciplinas na modalidade a distância devem estar claramente identificadas na matriz curricular do curso, e o projeto pedagógico do curso deve indicar a metodologia a ser utilizada nessas disciplinas; 3. Sendo assim, é necessário que os estudantes e bacharéis de Arquitetura e Urbanismo confiram a modalidade de seu curso de origem (se presencial ou EAD) para que verifiquem se suas solicitações de registro profissional poderão ser recusadas pelos CAU/UF.”

  8. DANIEL MARTINS disse:

    Excelente decisão, só espero que os CREA’s siga o exemplo, pois acho impossível se obter habilidade técnicas sem um profissional estar presente para transmitir

  9. Bruno Salgado disse:

    Como fica a situação dos cursos, de faculdades que não tem uma grande 100% EAD, mas aplica essa modalidade, em uma parte da grade? Uma porcentagem da carga horária, é EAD, principalmente nos primeiros semestres, como é o caso da FIAM-FAAM.

    • CAU/BR disse:

      Esclarecimento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR: “Diante dos questionamentos recebidos sobre a abrangência da Deliberação Plenária do CAU/BR DPOBR Nº 0088-01/2019 aos cursos ditos “semipresenciais”, esclarecemos: 1. Conforme os normativos vigentes do Ministério da Educação (MEC), não existem cursos na modalidade semipresencial. O que pode existir são cursos de graduação presenciais que oferecem parte de sua carga horária a distância, como também cursos na modalidade de ensino a distância (EAD) com atividades presenciais; 2. Nos casos dos cursos presenciais, o Ministério da Educação (MEC) autoriza que, no máximo, 20% da carga horária total do curso seja ocupada com atividades a distância. As disciplinas na modalidade a distância devem estar claramente identificadas na matriz curricular do curso, e o projeto pedagógico do curso deve indicar a metodologia a ser utilizada nessas disciplinas; 3. Sendo assim, é necessário que os estudantes e bacharéis de Arquitetura e Urbanismo confiram a modalidade de seu curso de origem (se presencial ou EAD) para que verifiquem se suas solicitações de registro profissional poderão ser recusadas pelos CAU/UF.”

  10. Lucas Duque disse:

    A decisão vale para cursos com qualquer carga horária de EAD ou somente aqueles que são ofertados integralmente nesse formato?

  11. Thaisa Guimarães de Oliveira disse:

    u não concordo com essa medida do CAU. Nem todo curso EAD é dessa forma. Eu sou do semi presencial EAD de arquitetura. Fazemos projetos reais, papel manteiga até nos softwares como CAD e revit. O encontro com o professor é semanal. Mas temos um professor para esclarecer dúvidas online e presencial.

    • Euller Soares Monteiro disse:

      Perdoe-me a sinceridade, moça…

      Más, você, está sendo enganada…

      Tente fazer um único semestre 100% presencial, e em uma faculdade tradicional… …Tente participar do semestre letivo ao menos como “observadora”, sem validade… Tente fazer como se realmente fosse aluna..

      E ai você vai me entender… E perceber o que você, (poi é você…) está perdendo em qualidade no ensino.

  12. Helaine disse:

    Excelente!!! Não há condições de aprendizagem do grupo de conhecimentos mínimos que um arquiteto e urbanista deve ter sem o dia a dia no ateliê de projeto, maquetaria e interação com professores e demais colegas.
    Parabéns ao CAU por defender a boa prática de nossa profissão!

  13. Débora disse:

    Parabéns para o CAU deveria tbm haver como a OAB provas antes de emitir a carteira um absurdo para nossa classe os profissionais que as instituições estão colocando no mercado de trabalho.

  14. christiane disse:

    Parabenizo o CAU pela decisão. Leciono em curso de arquitetura e posso afirmar que a noção de coletividade e a relação diária direta entre aluno/professor são essenciais para a formação de um profissional com senso crítico e consciente das suas competências. Sinto muito por aqueles que estão cursando EAD, pois estão sendo lesados.

  15. Marcos disse:

    Sugiro ao arquitetos formados em EAD criarem um novo conselho nacional, como já fez os atuais arquitetos descontentes que saíram do CONFEA por não aceitarem decisões de maioria.

  16. Rubem disse:

    Perguntas:
    – As avaliações do Enade moustrou algum curso presencial com nota abaixo da mínima?
    – Se sim, o curso foi descontinuado ou os profissionais formados deixaram de ser credenciados?

  17. JOSE ORLANDO ROLIM disse:

    Excelente decisão! Os CREAs e CONFEA deveriam compartilhar da mesma opinião!

  18. Cesar Castro disse:

    Parabéns ao CAU. .O Crea deveria fazer o mesmo. .Tem Engenharia Civil a distância que é um deus nos acuda. .
    Sou engenheiro e parabenizo de pé essa atitude grandiosa. .
    Aprende Crea não fica só enviando boleto de anuidade. .

  19. Rômulo Cirilo Rios disse:

    Parabéns ao CAU pela iniciativa!

  20. Ernandes Neponuceno disse:

    Faço parte de uma turma de 2° semestre em arquitetura, curso presencial. A universidade oferece estrutura, ensino de qualidade, pratica e eventos para aprimorar o aprendizado. Sem falar nos professores excelentes. Mesmo com todo esse amparo, o que vejo são vários alunos com dificuldades absurdas. Não pelo ensino, mas pela individualidade de cada um.
    Arquitetura vai além da compreensão técnica, envolve a esfera humana e artística. O que dificilmente será desenvolvido em 1 dia da semana.

  21. Fabrício Marcenes disse:

    Discordo totalmente desta decisão do CAU. Em tempos de globalização e novas formas de aprendizagem, o CAU deixa claro como é retrógrado, desalinhado com as novas competências de aprendizagem e principalmente incompetente, pois poderia fazer uma avaliação similar à OAB que realmente traria muito mais segurança e garantia de que apenas bons profissionais atuariam no mercado.

  22. Rafael disse:

    Excelente CAU, sou engenheiro e é uma pena que o Confea seja tão inerte, não fazem nada. Parabéns.

  23. Paulinho disse:

    Estou cursando o 3º semestre de arquitetura e urbanismo semi-presencial. Temos aulas práticas presenciais 2 vezes por semana, que são muito proveitosas e bem ministradas, e o conteúdo teórico, que é estudado no ambiente virtual. Mesmo assim, ambos os conteúdos estão disponibilizados 24 horas por dia para serem acessados no portal. Para que seja formado um bom profissional, não será necessário os 3 encontros semanais a mais ofertados pelos cursos presenciais, vai muito além disso, sendo: dom, ética profissional, comprometimento, dedicação, etc. E vai além. Para que uma pessoa possa ser um bom profissional, ele terá que ir muito além dos estudos da faculdade, seja ela faculdade pública ou privada, nacional ou internacional, presencial ou EaD. De nada adianta um diploma de uma universidade presencial se o profissional não tiver as qualidades citadas anteriormente. A modalidade semi-presencial, qual eu estou cursando abriu uma oportunidade para mim, que tenho o sonho de ser um arquiteto e urbanista, pois trabalho há vários anos numa empresa familiar do segmento moveleiro, que está há 30 anos no mercado. Tenho muita experiência em projetos de ambientes, mas sinto que falta algo pra mim, que é o diploma, e a faculdade semi-presencial está me proporcionando está realização. E podem ter certeza, com a experiência que tenho tanto na execução dos projetos quanto na execução dos produtos não deixo a desejar a muitos arquitetos formados em cursos presenciais. Portanto, não é a modalidade de estudos que irá formar um bom profissional.

  24. Daniel Domingos disse:

    Decisão retrógrada, conservadora, estúpida. Não estamos mais, como em décadas passadas, discutindo se a EaD é uma possibilidade. Ela é uma realidade inescapável, a exemplo das redes sociais. Ou ainda vamos discutir se devemos ou não ver filmes por streaming, pagar as contas pelo smartphone ou, quem sabe, encontrar um grande amor pelo Tinder. Todas essas coisas já foram questionadas pelo establishment (homem-cis-hétero-misógino-racista-teísta-velho-elitista-classista-familiar-reacionário-etc.) sempre como a expressão do seu incomodo, medo, raiva frente à emergência da sua antítese: o novo. Essa regressão ou é por tacanhice ou simplesmente por maldade mesmo. Afinal, os beneficiários dessa categoria de ensino, quem são? Hum, sei, os de sempre. E estes e estas, os mais interessados, tiveram oportunidade de participar dos debates? Tiveram direito a voz e voto? Claro, perguntas retóricas. Sou Arquiteto e Urbanista formado nos corredores e salas de aula decadentemente glamorosos da minha faculdade, onde estive “presente” durante os melhores anos da minha vida. Mas, acredito firmemente que nem eu nem meus colgas somos melhores do que um profissional oriundo da EaD, se considerarmos simplesmente este fato. Nossa prática profissional, sim, é que deve nos colocar em posição de sermos avaliados e comparados entre tais, se é que isso é possível. Nesta profissão em crise, somos necessariamente uma categoria em crise. E os AeU da EaD, obviamente, não tem culpa sobre isso, mas mesmo assim expiarão por nós. Serão nosso bode. E isso tem tudo a ver com a sociedade que nos tornamos. Meu repúdio a esta decisão do CAU, minha solidariedade aos colegas da EaD.

  25. Gabrjela disse:

    Concordo!!!! Engenharia Civil também devia ser banido do EAD.”Segurança de vida”

  26. Arquitetura ead disse:

    Como assim governo autoriza e depois o Cau desautoriza?
    Que se faça uma prova igua a OAB!

  27. OTHON LUIZ SOUZA DE MORAES disse:

    Em relação aos cursos ead semipresenciais, como foi av*aliado?

  28. Vanderlei marques junior disse:

    Parabens nada estão com medo da concorrência faz também revalidar dos ensinos presenciais.

  29. João Rizzo disse:

    Excelente decisão. O conselho está de parabéns!!! É muito importante essa luta contra a precarização da profissão.

  30. Eduardo Antunes disse:

    1) As tratativas com as Prefeituras não serão a distância.
    2) o Contato com os clientes não serão a distância.
    3) As visitas as obras não serão a distância.
    4) O contato com os materiais não serão a distância.
    5) Quando der um problema na obra, não pode ser a distância.

    Por essa e outras que sou contra educação a distância, ainda mais em um mercado saturado e cheio de universidades com cursos presenciais abertos.

    A mesma emoção de uma viagem, a gente nunca vai sentir vendo o local a distância, pelo computador. Ninguém vai confiar de ser operado por um médico que estudou em um corpo a distância.

    E porque com a Arquitetura seria diferente ? Parabéns CAU.

  31. Simone disse:

    Perfeito! E como ficam os cursos ditos presenciais e que possuem disciplinas importantissimas no “portal do aluno”? Disciplinas chamadas “blended” (50% portal e 50%sala de aula)? Além disso outras totalmente em portal?

  32. MARCOS MATOS PASSOS PIOVEZAM disse:

    Parabéns ao CAU.
    Estou esperando a mesma decisão do CREA.
    Sei que existem alunos na modalidade EAD que são mais empenhados que os alunos de modalidade presencial. Mas, infelizmente, não acho que todos os alunos mereçam o registro. Digo isso pois fiz uma pós na modalidade EAD, NUNCA ESTUDEI e me formei com nota máxima. Todas as perguntas das minhas provas estavam no material fornecido. Para esclarecimento, minha pós é em História e Filosofia e nunca pretendi trabalhar na área. Fiz somente para conhecimento.

    Sou formado em engenharia civil pela Unesp (presencial) e posso garantir: ninguém sai PREPARADO da universidade para enfrentar o mercado de trabalho. Porém, todo o conhecimento que adquirimos na faculdade, com o tempo e com a prática começam a fazer sentido. E é exatamente isso que faz a diferença!

    Acho que uma solução seria, tanto para o CAU quanto para o CREA, a aplicação de prova específica num ambiente presencial, assim como faz a OAB. Assim, os alunos da modalidade EAD que se empenharam e levaram a sério o curso, teriam capacidade de passar na prova. E no meu entender, a prova deveria ser aplicada também para os alunos formados em cursos presenciais.

  33. Gilberto Schiavinatto disse:

    Concordo, de deve haver cursos que quem paga passa…

    Porém esta negação de registro, barra o excelente profissional recém formado também, então sou a favor de um exame, nos moldes da OAB.

  34. Nelson Castanheira disse:

    A Educação a Distância, devidamente registrada e comprovada, existe no mundo há pelo menos 300 (trezentos anos). Cauleb Philips já ensinava taquigrafia a distância em 1728, conforme anúncio publicitário publicado no Jornal Gazeta de Boston em 20 de março daquele ano. Fala-se da Arquitetura. E o que falar da Medicina? Um médico opera no Brasil um coração, estando ele fisicamente na Alemanha. É uma cirurgia a distância e não espiritismo. Estamos vendo diuturnamente obras públicas desmoronando e matando pessoas, planejadas e construídas por arquitetos e por engenheiros graduados cem por cento presencialmente. Não é a modalidade do ensino, ou melhor dizendo da aprendizagem, que está em jogo, mas sim a qualidade das Instituições de Ensino e de seus colaboradores. Fala mal da Educação a Distância quem não conhece Educação a Distância.

    • Euller Soares Monteiro disse:

      Nelson, você está trocando as bolas…

      Uma coisa é você estudar à distância…
      Um médico estudar medicina à distancia, ele será um péssimo médico com 99% de certeza (vamos excluir aqui os gênios… …aquelas pessoas com altíssimo QI…), agora, operar à distância, via equipamentos robóticos é outra coisa. Este médico, além de ser um excelente profissional, deve ter altíssimo treinamento na máquina que vai estar operando…

      Ou seja, exclúi-se em 100% o EAD.

  35. Eduardo disse:

    Lamentável decisão, frustra milhares de estudantes que já iniciaram ou terminaram seu curso. O problema se chama MEC!!! Concordo que há profissões que são incompatíveis com o ensino Ead, mas é o MEC que deveria barrar novos cursos e também fiscalizar mais rigorosamente a qualidade das instituições, pois o ensino superior está sucateado e há formandos (presencial e ead) sem a menor condição de atuar na profissão. Se coloquem no lugar de um formando ead que, depois de 5 anos de esforços e expectativas, não poderá atuar na profissão. Repito, concordo da incompatibilidade, mas não deveria ser barrado no conselho, e sim não deveriam haver cursos de formação ead em algumas profissões. Se estão preocupados com qualidade dos formados, acharia justo impor uma prova, a exemplo da OAB. Teríamos milhares de estudantes do presencial reprovados e alguns ead aprovados.

    • Euller Soares Monteiro disse:

      Nâo Eduardo… …isso é para o bem destes milhares que já iniciaram seus cursos ou que estão concluíndo…

      Eles nunca serão arquitetos… Sempre terão graves deficiências… O próprio curso presencial, ao meu ver, deveria ter no mínimo mais umas 160/200h na grade curricular (ou seja, no mínimo mais um ano no mínimo), para poder melhorar a grade curricular… Na Espanha, o curso de arquitetura se eu não estou enganado, são de 6 anos, a graduação…

      Lamentável é estas pessoas estarem sendo enganadas, com estes cursos em EAD, e caso você, seja um deles… Procure um curso presencial, faça ao menos um semestre, e veja a diferença, perceba o quanto você vai ser exigido e como vai ser complexo e difícil…

      EAD significa, enganar ao aluno e também à sociedade…

  36. John disse:

    Ótima decisão CAU. Arquitetura realmente não se encaixa no EAD. Quem tá cursando EAD tá sendo enganado, pagando por um curso incompleto e deficiente. E isso é fato. Não da pra dar jeitinho na educação. Parabéns, CAU. Decisão séria de pais de primeiro mundo. Não esperaria nada diferente.

    • Jean disse:

      JEITINHO?? Engenheiros que são bem mais gabaritados em questões de cálculos que arquiteto tem errado em várias obras, sabe o que todos tem em comum, são formados em cursos PRESENCIAL. Minha mãe deu um “jeitinho” e se formou em Pedagogia, depois disso passou em três concursos, dá aula em escola estadual, e passou em mais dois concursos municipais.Hoje é professora e coordenadora da mesma sendo conceituada pra ser Diretora, as colegas que criticaram o custo, eram contratadas apenas e formadas em curso Presencial.Deixe de ser Burgues, o Brasil é coordenado pela ELITE, e eles discriminam os cursos Ead porque querem extorquir dinheiro, ou que apenas a ELITE permaneça com o direito de Estudar e ter uma vida melhor.A maioria das coisas aprendidas na faculdade presencial não é usada na vida prática. Eu trabalho e estudo e segundo você e toda essa sociedade preconceituosa e burguesa diz que eu não posso estudar, por eu não pagar mais dinheiro, que os RICOS. Parabéns por esse pensamento. APLIQUEUMA PROVA PRA UM ALUNO EAD E UM PRESENCIAL E VEREMOS HAHA.

  37. Adriano disse:

    Um conselho justo não exclui os seus sem o ônus da prova, acredito que assim como julgam os profissionais formados na modalidade EAD, há também profissinais formados em modalidade integral que pode não apresentar aptidão, se cabe dúvida à modalidade de ensino, pois que se aplique uma prova, assim como a OAB o faz.

  38. edAlberto disse:

    Parabéns CAU pela iniciativa devemos cortar o mal pela raiz. Esses que defendem tanto o ensino em EAD e semi presencial gostaria de saber se deixariam um médico cortando a distância operar um ente querido. Que o CREA siga o mesmo exemplo pois já passou do tempo de não aceitar esses diplomas de EAD. E se não conseguirmos fazer nada contra esses cursos que nos diplomas presenciais venha descrito a modalidade.

    • MÁRCIO disse:

      Creio que existe um grande preconceito e muito medo por parte dos profissionais de arquitetura que estão no mercado.
      Um curso EAD exige disciplina, foco e maturidade. sou a favor de uma prova tipo OAB, para todos os cursos sejam presenciais ou EAD.

    • LUIZ PAREDES JUNIOR disse:

      Foi isso que comentei numa página do Instagram. Como raciocínio igual ao seu. Resultado: fui esculachado pela maioria.

  39. edAlberto disse:

    Parabéns CAU pela iniciativa devemos cortar o mal pela raiz. Esses que defendem tanto o ensino em EAD e semi presencial gostaria de saber se deixariam um médico formado a distância operar um ente querido. Que o CREA siga o mesmo exemplo pois já passou do tempo de não aceitar esses diplomas de EAD. E se não conseguirmos fazer nada contra esses cursos que nos diplomas presenciais venha descrito a modalidade.

  40. Arquiteto disse:

    Eu discordo totalmente dessa decisão, pois comecei a fazer arquitetura e urbanismo presencial e não foi bom professores chegavam atrasados muita conversa na sala de aula sem relação a arquitetura, pois parei e fui fazer arquitetura e urbanismo EAD fui 100 vezes melhor que a presencial tive que focar mais nos estudos e não perder tempo em ver alunos da sala conversar com o professor sobre futebol e etc.. garanto que EAD exige mais do aluno d q presencial, acho que os arquitetos estão com medo da concorrência forte que está por vir

  41. Rogério Nunes Lopes disse:

    Acho que seria uma excelente decisão desde que se cobrasse de alunos presenciais , por que ir na aula todo dia não significa qualidade de ensino e nem de profissional , pois vemos todos dias cada besteira realizada por alunos que frequentaram cursos presenciais . Concordo com prova para todo tipo de modalidade de ensino.

  42. Alice Theresinha Cybis Pereira disse:

    Polêmica que exige boas ponderações. O modelo de EAD existe para atender a demandas de pessoas q se encontram longe dos grandes centros ou q não tem um esquema de vida passível de frequentar escolas tradicionais, mas que gostariam de estudar com materiais de qualidade feitos por professores reconhecidos, permitindo q todo o território tenha bons profissionais do ramo.
    O modelo de EaD semi presencial, com polos onde o aluno tem acesso regular à laboratórios e ateliers, consiste em um modelo bem viável. Este modelo tem-se mostrado de qualidade em variados cursos, a ver pelo resultado dos alunos nas provas do enade onde muitos tem alcançado avaliações melhores q dos alunos do presencial.
    Acho q existe muito preconceito e cada caso deve ser analisado em particular e não queimar todas as iniciativas de uma única vez. Essa decisão é mais política do que por razões plausíveis . A EaD está bem desenvolvida e madura, utilizando-se de tecnologias q viabilizam este aprendizado pratico-teórico. A prática projetual tem sido baseada em ateliers coletivos e conversas com professores onde este intervém graficamente na proposta do estudante. Esta mesma prática pode ser melhor entendida pelo estudante se vier fundamentada em materiais e exemplos q o professor, com mais tempo em sua própria casa, pode selecionar para explicar ao estudante a sua intervenção e não ser simplesmente algo gratuito vindo somente da iluminação do professor em momento de atelier. Acredito q a arquitetura só tem a ganhar com cursos q mantém e produzem registros de todos materiais e interações. Um conhecimento coletivo pode ser construído a partir destes registros permitindo pesquisas e avanços na área. Com certeza, avaliações devem ocorrer para evitar excessos q também ocorrem nos cursos presenciais.

    • Nádia Daudt disse:

      Concordo plenamente.

    • Euller Soares Monteiro disse:

      Alice…

      Não há polêmica… …a tipologia do ensino em EAD, não se encaixa às exigências do ensino da arquitetura e do urbanismo, sendo assim, impossível formar um profissional de qualidade, usando 100% de EAD. Uma ou outra matéria de humanas, que complementam o curso, OK!, podem ser aceitas…. ….As demais, não. Nem a Semi-Presencial…

      Arquitetura e Urbanismo só 100% presencial e olhe que mesmo assim, se formam muitos profissionais que ainda vão sofrer anos para se tornarem bons arquitetos…

    • Felipe disse:

      comentário de extremo bom senso!

    • CAU/BR disse:

      Esclarecimento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR: “Diante dos questionamentos recebidos sobre a abrangência da Deliberação Plenária do CAU/BR DPOBR Nº 0088-01/2019 aos cursos ditos “semipresenciais”, esclarecemos: 1. Conforme os normativos vigentes do Ministério da Educação (MEC), não existem cursos na modalidade semipresencial. O que pode existir são cursos de graduação presenciais que oferecem parte de sua carga horária a distância, como também cursos na modalidade de ensino a distância (EAD) com atividades presenciais; 2. Nos casos dos cursos presenciais, o Ministério da Educação (MEC) autoriza que, no máximo, 20% da carga horária total do curso seja ocupada com atividades a distância. As disciplinas na modalidade a distância devem estar claramente identificadas na matriz curricular do curso, e o projeto pedagógico do curso deve indicar a metodologia a ser utilizada nessas disciplinas; 3. Sendo assim, é necessário que os estudantes e bacharéis de Arquitetura e Urbanismo confiram a modalidade de seu curso de origem (se presencial ou EAD) para que verifiquem se suas solicitações de registro profissional poderão ser recusadas pelos CAU/UF.”

  43. RM disse:

    Vejo nas argumentações um monte de ACHISMOS, opiniões sem ambasamento algum. Uma decisão deste tipo só faz sentido depois de uma avaliação das competências dos egressos dos cursos EAD e presencial.

    • Rafael disse:

      Que achismo cara ? O Cau é um conselho profissional e acompanha de perto cada curso do Brasil. Você pode até não ver ou saber mas eles estão fiscalizando, como que eles nâo vão saber? O próprio artigo consta que eles notaram que é ruim o Ead.

    • Marcos disse:

      Sou tutor do curso ead. Então o que vou dizer é com propriedade.

      Os cursos são ofertado de forma organizada e resumida. Até aqui tudo bem.

      Porém, na prática: Alunos compram provas;
      As provas são 100 % de questões objetivas;
      Alunos conseguem presença sem ir às aulas (que ocorrem 1 x na semana)

      Resumo: tenho alunos semi-analfabetos no quinto semestre!!
      Em Outros cursos existem muitos outros formados. Repito “Semi-analfabetos” alguns mal sabem escrever corretamente.

      Sem mais.

  44. Claudio Cesar Meira Gomes disse:

    Parabéns o CAU, arquitetura não se encaixa no modelo EAD

  45. ROBSON MACIEL disse:

    E os milhares de alunos que já devem estar no final do curso? Quem concluiu que o ensino presencial é melhor, mesmo diante do desinteresse e do jeitinho brasileiro? Não caberia uma prova do conselho para avaliar o egresso? Eu trabalho 8 horas por dia, estudo nos intervalos, a noite, de madrugada, nos finais de semana, assisto vídeo-aulas, leio livros, artigos, tiro duvidas no chat da instituição em que estudo, tenho que escrever um projeto interdisciplinar para concluir cada semestre, o que está faltando? A maravilhosa presença de alguém? Meu aprendizado depende de quem mesmo? Do meu interesse, esforço e busca constante ou da presença de uma pessoa? O mundo mudou, e a internet e suas tecnologias torna acessível muitíssimo conhecimento, a instituição é um guia, mas o aprendizado é pessoal. Como essa decisão pode ser justa se não avaliam os egressos? Há muitos outros questionamentos que o conselho não fez ou não se permitiu fazer, isso mais parece uma decisão politica pra preservar o mercado para uma minoria.

  46. MÁRCIO disse:

    Creio que existe um grande preconceito e muito medo por parte dos profissionais de arquitetura que estão no mercado.
    Um curso EAD exige disciplina, foco e maturidade. sou a favor de uma prova tipo OAB, para todos os cursos sejam presenciais ou EAD.

    • Samira Bossa disse:

      Prezado;
      O curso de Arquitetura e Urbanismo exige mais do que disciplina, exige integração, participacao, troca de conhecimentos, contato, releitura do que existe e criatividade para o que estar por vir.
      Esse contato é o que nos diferencia das outras profissões tão mecânicas e cuja sensibilidade nada interfere nas relações
      Sou absolutamente a favor da proibição do curso a distância para arquitetura
      Arquiteta Samira Bossa

    • Edson Arantes disse:

      O curso de Arquitetura e Urbanismo é um dos cursos mais difíceis de se concluir, pela abrangência de teoria e técnica, prática projetual entre outros fatores… Não é de se estranhar que no Brasil, pessoas oportunistas tentam sempre procurar o caminho mais fácil e querer burlar um sistema consolidado, de credibilidade e avaliação comprovada, que é o ensino de graduação presencial em arquitetura.

  47. Jessycka disse:

    Presencial encaixa tanto que todo ano no brasil temos uma tragédia envolvendo obras. Não se trata do curso em si, mas sim do esforço do aluno.

    • Eduardo monteiro disse:

      Geralmente nestas obras não existem o acompanhanto devido. Quando tem um profissional capacitado raramente se acontec isso. Arquitetura ead é loucura. Fiz uma faculdade ead de música na Ufscar e era uma bagunça. Todo mundo perdido. Agora tento imaginar o curso de arquitetura que cursei de forma presencial a distância, impossível. Arquitetura é vivencia, experiência, não se aprende apenas lendo textos e vendo vídeos.

    • Claudia disse:

      Observe que as tragédias envolvem os responsáveis técnicos pela execução,que normalmente são engenheiros. Grandes obras não devem ser calculadas por arquitetos e sim por engenheiros que tem maior gabarito para calcular estrutura e instalações de alta tensão. Curso de Arquitetura a distância nunca deveria existir.

  48. Islan Santos - Arquiteto disse:

    Decisão tardia, mesmo percebendo a quantidade de cursos e as condições em que estes eram estabelecidos, não previram o tamanho prejuízo e decepção das pessoas que cursaram estes acreditando na possibilidade de atuação legal no mercado de Arquitetura? Provavelmente esta decisão irá ser contestada no âmbito da justiça e causa ganha. A ação poderia ser a de avaliar a real condição do aluno que finalizou o curso antes de expedir sua carteira e não negligenciar os anos de dedicação destes ! Espero mesmo que tudo se resolva !

  49. Paulo disse:

    Podiam acabar com o presencial também. Os arquitetos formados hoje em dia em maioria só servem para fazer decoração, não entendem nada de obra, muitas vezes nem o básico. Para fazer desenho e 3D não precisa de faculdade.

  50. Nasareno disse:

    Como ficam os semi-presenciais ? Que possuem uma quantidade X de aulas práticas ?

  51. Eduardo André Stein Wetzstein disse:

    Brasil é o país da malandragem! Como diz a matéria, teve aluno de EAD que não cursou a matéria e recebeu “excelente”, mas, na mesma forma que passo todo dia por uma Universidade e vejo alunos de cursos presenciais nos bares matando aula! Então, se for para tomar uma decisão pelos poucos “malandros” e punir os bons que realmente estudam pelo modo presencial ou EAD, aplica um exame assim como a OAB faz! Só exerce a função quem realmente estudou e tiver competência e não passou pelo presencial nas costas dos outros ou o aluno de EAD que nunca cursou ou tentou dar uma de esperto!

  52. Camila disse:

    Isso vale para semipresenciais também?

  53. JOZIAS RODRIGUES DO CARMO NETO disse:

    Decisões moldam o futuro, porém barrar o sonho de quem está formando ou batalhando para se formar, é tirar a liberdade e harmonia que encontramos apenas na arquitetura e urbanismo, a educação é uma base sólida na vida profissional e pessoal de qualquer pessoa, o curso é maravilhoso para quem quer aproveitar, independente da forma de ensino, temos de lutar para um mundo mais justo. O CAU está de parabéns pela união de forças, porém, tirar o direito de quem está no campo de batalha não é a melhor solução, uma alternativa considerável seria a implementação de um exame para tirar a prova real de conhecimento, similar a OAB, que proporciona profissionais verdadeiramente competentes.

  54. Aníbal Amaral disse:

    É totalmente inadmissível que um Conselho seja tão desatualizado, hoje o EAD é um realidade e não uma promessa. A capacitação não se difere pela presença física ou não e sim pela presença de intelecto. Não se pode discriminar uma metodologia em prol da ignorância avaliativa do contexto, não teem ideia do tamanho da cag… que estão fazendo.

  55. Roberto de Souza disse:

    Caros, apenas gostaria de saber se o MEC foi comunicado dessa decisão, não acho honesto as pessoas que possuem a graduação em EAD estarem ciente disso apenas na hora que seu registro profissional for barrado!

  56. Claudinei Luzzoli Pasquali disse:

    Respeito a opinião dos que consideram somente o curso presencial valido e eficaz, mas acredito que isso não passa de uma opinião desassociada de mais informações a respeito do EAD, sobre tudo por se tratar uma tendência mundial onde por certo o tempo e o conhecimento ira faze-los mudar de opinião acerca do assunto, assim como ocorreu em várias outras áreas, gostando ou não chegou a vez da educação.
    Já em relação ao CAU, posicionamento irresponsável e leviano por parte dos conselheiros em relação a um assunto dessa importância para o futuro da profissão. Fiscalizar e agir contra possíveis flexibilizações na legislação que comprometam a qualidade do ensino são iniciativas louváveis e que merecem apoio e reconhecimento inclusive por alunos do EAD. Porém, não cabe exclusivamente ao CAU decidir por recusar ou aceitar alunos formados em cursos EAD, pra tal, teriam que desconsiderar o MEC e toda a legislação vigente em relação ao assunto. Acho que essa nota serviu somente pra disseminar o preconceito. E isso é lamentável.

  57. Adriana morales disse:

    Só concordaria com o ensino a distância se o aluno fizesse no mínimo 4 anos de estágio remunerado comprovado. Fiz uma ótima faculdade com ótimos professores e aprendi a ser profissional nos meus estágios.

  58. Fellipe de Andrade Abreu e Lima 030.717.164-78 disse:

    Parabéns cau/br.

  59. QUINTO GIULIO TOIA disse:

    Mais uma prova que o CAU desconhece completamente suas competências. Manifestar não é decidir. Quem decide sobre currículo, formação profissional, autorização de curso, no Brasil, é o MEC por autorização legislativa. E o MEC não é obrigado a acolher uma manifestação, uma opinião, uma recomendação. É competência privativa da União legislar sobre condições para o exercício profissional, conforme prevê o art. 22, inc. XVI, da Constituição Federal

    O CAU congrega um grupo de profissionais sem o menor preparo para exercerem o papel como conselheiros. Desconhecem as regras básicas que regem o serviço público aplicáveis a autarquias da administração indireta. Melhor seria que se candidatassem a uma vaga em uma das casas do congresso se desejam tanto assim exercer o poder de ditar normas que extrapolam as competências de um conselho profissional.

    Um bom começo seria iniciar lendo a nota técnica nº 372/2013/CGLNRS/DPR/SERE/MEC, da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC e parar de criar problemas para quem atende a legislação em vigor.

    • CAU/BR disse:

      O parágrafo primeiro do arTIGO 24 da Lei 12.378/2010, que regulamentou a profissão de arquiteto e urbanista e criou o CAU/BR e os CAU dos Estados e do Distrito Federal diz que eles têm como função
      “orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”.

    • luciano disse:

      Este artigo que o CAU citou deixa claro que as prerrogativas do conselho não sobrepõe as do MEC. Os decretos que que regem as autorizações de curso não são suprimidos por esta lei. O CAU não tem autoridade para tomar essa decisão e sabe que se algum egresso solicitar o registro e for negado vão tomar um processo no meio da cara.

    • Anderson Jesus disse:

      Importa destacar que a Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases
      da Educação Nacional – LDB), em seu artigo 48, determina que os diplomas de
      cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional
      como prova da formação recebida por seu titular.
      Negar registro profissional de formando em EaD é um protecionismo!
      Ora, pois, a pessoa formou por instituição cadastrada, reconhecida pelo MEC tem o Direito inviolável segundo nossa CF de 88 no seu Artigo 5º, inciso XIII, da Constituição Federal
      de 1988, que consagra o direito ao livre exercício profissional para os que
      atenderem as exigências legais.

    • Paulo Junior disse:

      O CAU está de Parabens !! se não fr para ter uma postura Firme, não deveria existir!! QUER EAD escolhe outro curso..

    • QUINTO GIULIO TOIA disse:

      O CAU respondeu que seu papel expresso no “parágrafo primeiro do arTIGO 24 da Lei 12.378/2010″…lhe garante orientar, disciplinar, fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”. Diz isso para justificar uma violação a Lei. Isso é uma aberração.

      Ora senhores, no artigo citado não existe(e não poderia existir) autorização para fazer isso desrespeitando o sistema de normas legais.

      Com todo respeito, Sr/Sra. moderador(a) (indicação), não se pode fundamentar uma posição frágil como essa com uma interpretação mal feita da Lei.

      O CAU tem se mostrado um conselho amador que atrapalha mais do que ajuda. Só tem dado trabalho ao judiciário e prejudicado a vida do cidadão que respeita a Lei…

    • QUINTO GIULIO TOIA disse:

      Minha replica ao (a) moderador(a) (indicado(a) pelo CAU-BR) de 02/4/2019 foi apagada/censurada. Trata-se de uma crítica fundamentada.

      Nela combato o que o CAU usa como apoio legal para negar o registro de diploma EaD (subentendido tenha esse o registro conforme a lei em vigor) a autorização dada pela lei 12.378/10 para zelar pela profissão.

      Isso não é apenas um simples equivoco. A fundamentação é uma aberração enorme. Entender que não haveria limites para exercer esse zelo é um absurdo. É óbvio que essa prerrogativa deve respeitar, levar em consideração o sistema legal de normas postas. O CAU, ou os moderadores(as) que o representa deve(m) ser mais cauteloso(s). Não se pode permitir que uma decisão xiita e ilegal se apoie em interpretação personalissima da norma legal quanto ao alcance da sua abrangência.

      O CAU precisa descer do Olimpo e se reintegrar aos humanos.

    • MARDEN NUNES FLEURY disse:

      Na hierarquia das Leis, resolução do CAU está abaixo de qualquer lei que autoriza a criação de cursos na modalidade EAD.
      O Decreto Nº 9.057/2017:
      Publicado em 26 de maio de 2017, tal decreto tem o objetivo de atualizar a legislação que regulamenta a educação à distância no país. Define, ainda, que a oferta de pós-graduação lato sensu EAD, não necessita de credenciamento específico, ou seja, as instituições que já possuem o credenciamento EAD, estão autorizadas a ofertar essa modalidade. O Decreto também regulamenta a oferta de cursos a distância para o ensino médio e para a educação profissional técnica de nível médio.

  60. Adalberto de Oliveira disse:

    Parabéns ao CAU. Um absurdo Arquitetura e Urbanismo por EAD

  61. Daniela disse:

    Por que não faz prova de competência? Modelo de ensino não atesta quem é bom profissional. Se eu sentar aqui pra contar o que vejo de profissional formado em curso presencial no meu dia a dia… Corte com cota horizontal…Trabalho entregue a cliente faltando plantas básicas para execução da obra…indicação de lojas e materiais em troca de reserva técnica…E isto é só o básico…então vamos focar naquilo que realmente importa, a competência testada, e não em achismo.

  62. SERGIO RIBEIRO disse:

    esta mesma polêmica já se aplica com os mestrados e doutorados EAD. A portaria do MEC de 2018 já deu aval para este tipo de pós, que até então estava restrito a um gripo privilegiado que tinha acesso a uma formação melhor. Esta decisão do CAU ainda vai gerar muitas discussões e quem sabe até ações judiciais, se as pessoas que fazem sentirem-se prejudicadas, visto que como o artigo relata que já houve a autorização do MEC.

  63. Antônio Meira disse:

    Até o MIT oferece cursos à distância.
    Há disciplinas que nada justifica que sejam presenciais.
    Nos cursos EaD é até mais fácil tirar dúvidas, pois o professor é só seu e você não atrapalha outros alunos.
    Concordo que há disciplinas que necessitam aulas presenciais, no entanto, fazer isso com todo o curso, é uma volta ao passado.
    Também concordo que há instituições que não formam bons alunos, todavia, podem ser presenciais, semi-presenciais ou à distância.
    E por último, vocês estão desmerecendo o esforço de cada aluno, individualmente.
    O mercado precisa de mais arquitetos e fechar o mercado, utilizando de subterfúgios, não é ético e nem civilizado.

    • Euller disse:

      Antônio Meira

      Quais matérias/cursos o M. I. T. oferece em 100% à distância…?

      Sejamos francos e realistas… Não são todos os tipos de matérias e cursos que podem e devem ser ministrados em EAD.

  64. KATHERINE DO FORTE SILVA disse:

    EU concordo com a decisão. Na minha opinião como mexemos com vidas e as vidas estão dentro de algo que construímos, caso tenha algum problema, as vidas que estarão dentro sofrem as consequências.
    Como podemos avaliar alguém que não vivenciou as aulas práticas, fez cura de concreto, pontes de macarrão, conhecimentos em materiais, resistências de materiais….desculpa, torna-se impossível, pois nossa profissão tem muito de prática, não somente leitura.
    Não sou a favor de aplicar provas tipo OAB, nesse ramo o conhecimento é muita leitura….
    Quando se precisa da prática, como medicina, arquitetura, enfermagem e outras precisa ser sim presencial…..e mesmo tendo presença existem profissionais que só por Deus….
    APOIADO CAU…..

  65. Euller Soares Monteiro disse:

    Parabéns ao CAU, nesta questão eles acertaram em 100%.

    Arquitetura, Engenharia civil, As medicinas em geral… Todas são áeras onde os módulos EAD devem passar longe…

    Pode-se aceitar alguma matéria de humanas, que seja contemplada com estudos em EAD, más as de formação técnica, nunca…

    E por mais que alguns colegas aqui, teimem em suas assertivas, dizer que pode-se usar o EAD, é um ledo engano, e que trará consequências danosas ao nosso país, se aceitár-mos a formação destes profissionais.

    Para um aluno, fazer uso do ensino à distância e ser um profissional da arquitetura, de alto gabarito, ele, por tudo o que eu ví e viví, nos cursos que concluí, na arquitetura não cabe, EAD, e para este aluno ser um profissional tal, ele exclusivamente deve ser uma pessoa naturalmente de alto QI, naturalmente se diferenciando da imensa maioria. Não há o que questionar. Há matérias que somente pessoalmente se pode passar o conhecimento, pois elas incidem em repassar pessoalmente técnicas, e trocar experiências, sendo os modelos EAD, um tipo de estudo completamente desprovido do contato pessoal entre professor/aluno, temos que não há opção se não, excluír a opção do ensino de arquitetura e urbanismo nos moldes do EAD.

  66. SAMUEL DELGADO disse:

    FORMEI 1993, TRABALHAVA E ESTUDAVA À NOITE E AOS SÁBADOS TINHA AULA O DIA TODO , AGORA ESSA GAROTADA QUER MOLEZA, PARABÉNS CAU.

  67. Rafael disse:

    vou aguardar pra fazer meu mestrado a distância.

  68. Cesar Manoel Vieira disse:

    Parabéns ao CAU pela descisão e coragem de defender a boa prática do ensino da arquitetura e urbanismo no país e de buscar comprim seu papel junto a sociedade. Vejo que muitos vendem a facilidade pela oportunidade de faturar e sem se preocupar com o resultado final.

  69. Arquiteto Moreira disse:

    “É impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância”

    Essa frase é tão da época do vovó! E olha que ele fez eletrônica pelo Instituto Universal Brasileiro e ganhou a vida consertando rádios e televisores. Sejam menos antiquados. O aluno detém o poder da aprendizagem, o professor é um guia. Sinto informar que essa é uma decisão fadada ao fracasso. Certamente uma piada hoje e no futuro ainda mais.

    Abraços

  70. Claudio disse:

    Quem afirma que o EAD não é adequado ao ensino da arquitetura e urbanismo não leigos, são os professores deste curso. Há opiniões favoráveis ao EAD sim, mas de profissionais de outras áreas, alunos destes novos cursos EAD e, obviamente, representantes das mantenedoras destes cursos EAD.
    O lobby das mantenedoras está incomodado, mas não precisam se preocupar, já que o CAU não tem atribuição legal para vetar seus cursos. Vão poder continuar a lucrar com seus cursos EAD de arquitetura e urbanismo autorizados pelo MEC (sabe-se lá com que critérios), em prejuízo dos estudantes que neles se matriculam. Mas já não basta o prejuízo aos alunos desta modalidade de ensino, precisam prejudicar toda a sociedade também para garantir a maximização dos lucros?
    O CAU está cumprindo seu papel de propor medidas para proteção da sociedade, restringindo o registro profissional dos egressos de cursos de arquitetura e urbanismo em EAD. E ao MEC é que caberia desautorizar os cursos para não permitir que os alunos continuem sendo prejudicados.

  71. João disse:

    Caros, saliento meu desconforto ao ler esta matéria, principalmente quando se amarfanham numa mesma análise todas as IES credenciadas e legitimadas pelo órgão competente – neste caso, o MEC, não o CAU – para oferta dos cursos.

    Antes de se seguir adiante, é importante frisar que países tidos como baluartes da Arquitetura moderna, como Japão, Reino Unido, Alemanha, Canadá e França ofertam cursos de Arquitetura com certificação de bacharel, desde 2012. Ademais, soa completamente siderado chancelar que a modalidade – EAD no Brasil e-Learning lá fora – suprime a presencialidade e a prática dos cursos. Não é verdade.

    O engodo infundado de que os aprendizes não convivem com a prática e se distanciam de ateliês, maquetes e bureaus de criação, é irreal. O Brasil tem se tornado pioneiro no desenvolvimento de tecnologias de blended learning, que mesclam a flexibilidade do ensino remoto para disciplinas teóricas, sem abdicação das práticas que ocorrem regularmente em laboratórios 100% planejados e auditados periodicamente pelas mantenedoras.

    A presencialidade das aulas práticas da modalidade EAD para Arquitetura e Urbanismo chega, por vezes, a ser maior do que aquela dos cursos presenciais. Ou seja, é real quando se diz que cursos semipresenciais podem apresentar mais prática, em laboratório e em campo, do que seu correspondente presencial e tal constatação se dá por uma única ordem lógica: ao se estruturar planejamento, auditoria e controle das práticas, não se observa a sobrecarga da laboratórios e a indisponibilidade de equipamentos ou infraestrutura que eventualmente se observam nas IES menos gabaritadas para oferta do curso.

    De tal maneira, alegar que a modalidade EAD põe em risco a segurança social soa não somente reacionário, como também alienado de todos os avanços sociais, culturais e, principalmente, tecnológicos que permeiam a esfera educacional da contemporaneidade. A resolução do CAU, que mais parece conchavo do que necessariamente deliberação, rema contra todos os fluxos da educação contemporânea.

    Não nos esqueçamos de que importantes indicadores de credenciamento dos cursos ante ao MEC, tais como CPC, CI e mesmo o Enade, são superiores em algumas instituições que os ofertam na modalidade a distância, se comparados aos equivalentes presenciais. Não nos esqueçamos, em complemento, de que o Ensino a Distância é a maior revolução na democratização do acesso à educação, que antes se restringia aos grandes centros e hoje pode chegar aos recônditos mais inacessíveis do país e do mundo, permitindo que a população tenha acesso igualitário ao ensino superior, além de cumprir com a função socioeconômica de fomentar a inovação, a pesquisa e o desenvolvimento social.

    Por fim, cumpre ressaltar que a maior parte das catástrofes estruturais que assolaram o planeta nos últimos anos não decorrem de modalidades, mas de falha pessoal de seus responsáveis técnicos. Revisitem a ponte Morandi, em Gênova, na Itália; o colapso estrutural do viaduto da Marginal Pinheiros, em SP; a queda do viaduto a Cowan sobre a avenida Pedro I em Belo Horizonte: não foi a modalidade de ensino que os atirou ao chão (100% das equipes bacharéis em modalidade presencial).

    Cumpre a este respeitável conselho, enquanto mediador das relações entre o homem, a sociedade e suas obras, compreender as melhores formas de aperfeiçoar o que é inexorável e inevitável. Navegar contra o que é indemovível não só é contraproducente, como também só vem a rpestar desserviços à sociedade brasileira, que tanto é carente do acesso à educação.

    • Euller Soares Monteiro disse:

      Caro João…

      Me apresente um link (perdi uns 15 minutos hoje, procurando um curso de arquitetura pela internet, nestes países…) onde tenha o curso de arquitetura em EAD, nestes países…? Eu encontrei alguns cursos rápidos, não o curso completo, más cursos complementares, e que exigem o profissional já ser formado…

      E seguindo o seu raciocínio… (ou melhor, readequando-o à realidade…), se com profissionais que concluíram seus cursos, de maneira 100% presencial, já acontecem essas atrocidades e erros, tais como a queda do viaduto aqui em Belo Horizonte… (não creio em falha do profissional, somos daqui da cidade… .. não podemos afirmar 100%, más isso cheira à cobiça empresarial e não uma simples falha de calculo “o que com certeza nunca será admitida…”), imagine então o que acontecerá, com a introdução de profissionais formados em EAD?…?

    • Erick Eduardo disse:

      Concordo com muitos comentários que seguem nesta linha. Já que CAU acredita que existe um “perigo” na formação EAD, deveria fazer igual OAB, porque mesmo quem faz presencial não é apto a passar na prova da OAB!

    • MARDEN NUNES FLEURY disse:

      Na hierarquia das Leis, resolução do CAU está abaixo de qualquer lei que autoriza a criação de cursos na modalidade EAD.
      O Decreto Nº 9.057/2017:
      Publicado em 26 de maio de 2017, tal decreto tem o objetivo de atualizar a legislação que regulamenta a educação à distância no país. Define, ainda, que a oferta de pós-graduação lato sensu EAD, não necessita de credenciamento específico, ou seja, as instituições que já possuem o credenciamento EAD, estão autorizadas a ofertar essa modalidade. O Decreto também regulamenta a oferta de cursos a distância para o ensino médio e para a educação profissional técnica de nível médio.

  72. ROBERTO SPINA disse:

    Quem defende EaD para o curso de arquitetura não sabe o que é orientação de projeto. A relação entre professor e aluno feita de modo presencial nunca poderá ser substituída. Além da avaliação e discussão de projetos em grupo, debates entre alunos, etc.
    O EaD não passa de mais um capítulo triste da mercantilização do ensino neste país.

    • Leonardo Marques disse:

      Todos temos o direito de pensar como quiser…fato…porem o que o senhor esta tratando como mercantilização do ensino no país eu vejo como oportunidade para brasileiros que como eu sustenta sua família honesta e dignamente e não tem o privilégio de dispor de tempo suficiente para estudar na modalidade presencial.
      Concordo que cursos que comprometem a vida tem sim que ser acompanhado de forma criteriosa, porem existem outros meios de atestar a capacidade profissional, uma prova por exemplo! assim como a OAB, Ao invés de agir de forma arbitraria, fiscalize previamente! e não retire o direito adquirido.
      Reflita meu caro, e lembre-se que 5 anos de vida dedicados a um curso NÃO TEM PREÇO.

    • Leonardo Marques disse:

      Só pra constar, estou me formando em Engenharia da computação este ano, e na modalidade EAD (semipresencial) tenho pelo menos umas 5 certificações nacionais e uma internacional.
      não me julgo tecnicamente inferior a nenhum profissional formado na modalidade presencial.

      QUEM FAZ O SEU DESTINO E VOCÊ MESMO, E CADA UM DECIDE SE ESPECIALIZAR OU NÃO, EU SIMPLESMENTE DECIDIR SER O MELHOR QUE EU PODER!

      RESPEITOSAMENTE.

  73. José Berti Kirsten disse:

    Em minha opinião, curso de Arquitetura e Urbanismo não é compatível com EAD, desta forma apoio a decisão do CAU. Entre outros motivos importantes destacados aqui, considero o convívio e as trocas pessoais com colegas e professores fundamentais. Aprendi muito pelos corredores da faculdade.

  74. Paulo_H disse:

    Parabéns, CAU/BR!
    Sábia decisão!

  75. Marcos Miranda disse:

    Parabéns ao CAU. Certíssima decisão. Arquitetura e urbanismo tratam de e com pessoas, contatos presenciais, visuais, sentimentos, enfim, a sensibilidade do profissional já se aprende no curso. E num EAD, jamais ! Nobre decisão!

  76. Marco Aurélio disse:

    Ok, desde que o CAU indenize todos os estudantes que estão formados, se formando e pagando a duras penas um curso que sonham em fazer e as faculdades presenciais oferecem a preços exorbitantes e de péssima qualidade. Que então coloquem um exame final, desde que seja pra EAD e Presencial. Não é por ser presencial que sairá um bom arquiteto. A pergunta é: Quem vai arcar com o prejuízo, o povo mais uma vez?!
    É uma completa ignorância e atraso esta atitude.

    • Euller disse:

      Marco Aurélio…

      Você está buscando (teoricamente…) uma indenização na instituição errada…

      Procure-a você, na instituição que lhe vendeu (gato por lebre), e não no CAU…

  77. Denise Corr disse:

    Coisa mais antiquada estarem negando a Ead como um grande modo de aprendizagem, o presencial tem muito mais para aprender com a EaD do que ao contrário, quem aí ainda faz seus projetos em PAPIRO? Nós estudantes de Ead, estamos na atualidade, se os arcaicos que estão no comando do CAU se julgam superiores e ditadores de regras, então que invistam em uma avaliação para todos sem distinção de modalidade e, quero ver o queixo deles cair quando os alunos de EaD mostrarem melhores resultados. O aluno de Ead é um batalhador e resiliente, estuda em variados formatos, lida com softwares de 1ª geração. Não diminuímos os alunos presenciais, mas não vamos admitir este julgamento sem avaliação, tirado de ideias de uma geração, que logo dará lugar a outra muito mais atualizada.

    • Euller disse:

      Denise….

      Aprender á usar um “softer” é uma coisa… …ser arquiteto vai além disso… Por isso, eu e diversos profissionais já atuantes no mercado, podemos afirmar…

      Curso 100% em EAD, é sim impróprio e irá gerar profissionais debilitados, podem até serem grandes usuários de softers, más fracos como arquitetos..

    • MARDEN NUNES FLEURY disse:

      Na hierarquia das Leis, resolução do CAU está abaixo de qualquer lei que autoriza a criação de cursos na modalidade EAD.
      O Decreto Nº 9.057/2017:
      Publicado em 26 de maio de 2017, tal decreto tem o objetivo de atualizar a legislação que regulamenta a educação à distância no país. Define, ainda, que a oferta de pós-graduação lato sensu EAD, não necessita de credenciamento específico, ou seja, as instituições que já possuem o credenciamento EAD, estão autorizadas a ofertar essa modalidade. O Decreto também regulamenta a oferta de cursos a distância para o ensino médio e para a educação profissional técnica de nível médio.

  78. Edson Arantes disse:

    Total apoio ao CAU. É uma forçada de barra das grandes, querer ter um diploma de Arquiteto e Urbanista pelo sistema EAD. A avaliação presencial é um pilar de muita importância no processo de ensino de arquitetura e urbanismo, sem ela é praticamente impossível exercer a profissão com credibilidade e respaldo técnico. Desvalorizar a avaliação presencial em arquitetura, seria uma negligência muito séria. Iria abrir vários precedentes!!! Como exemplo: Você teria coragem de fazer algum procedimento com um médico graduação EAD??? Não tem lógica, o Conselho de Medicina nunca iria autorizar um absurdo desse. Parabéns ao CAU, NÃO as práticas oportunistas. Nada contra o EAD, que por sinal tem muitos cursos interessantes de capacitação, aperfeiçoamento, MBA, entre outros…

  79. Diego disse:

    – É um absurdo um aluno de curso à distância poder exercer a Arquitetura.

  80. MACHADO disse:

    PARABÉNS ao CAU.Eu já tenho 24 anos de arquitetura e gostaria de morrer sem ver a nossa profissão virar disque pizza de diplomas on line.Estou afirmando isso pois mantenho uma média de 15 estagiários em meu escritório de faculdades diversas e sei exatamente que se de perto não é fácil o aprendizado imagino à distância.Eu não sou e nem quero polemizar mas este assunto para eu, chega a ser cômico.Os donos destas plataformas on line deveriam investir em conhecimentos mais leves e que não comprometam a integridade física,social e psicológico das pessoas. Parabéns CAU!!!

  81. Camila Rodrigues Farias disse:

    Engraçado… estava cursando arquitetura presencial assim se dizia… mas eu passei a maior parte do semestre procurando e estudando pela net… por que os professores mandava a gente estudar e voltar só com as dúvidas… isso se dava tempo de responder.. resumindo quem faz o curso é o aluno. Concordo que 100% EAD não rola mas pelo menos duas vezes de encontro na semana, igual com o curso de Ed. Física… tenho CREF E fiz mainha faculdade presencial mas conheço profissionais bem mais instruídos e mais competente que fez EAD. Então acredito qus EAD seria válido sim, mas não 100% EAD, com duas aulas presenciais.

    • Euller disse:

      Camila…
      Então o problema era a faculdade onde você estudou… Eu me graduei em 2015, e lógico que havia uma ou outra matéria em EAD no próprio curso e muita pesquisa para fazer (boa parte dela feita, pesquisando sites e biografias..), más o conteúdo dado em sala de aula (presencial) era fortíssimo, os professores exigentes e cobravam mais que saber de cor algum assunto, exigiam perspicácia no debate, mostrando alto nível de compreensão do tema.

      Caso ainda esteja cursando arquitetura, mude de faculdade, o teu problema é a instituição, e não o curso em sí…

      Busque uma faculdade renomada e que tenha boa fama… Converse com colegas de outras instituições…

  82. Miro Mathias disse:

    No país do jeitinho, diferente do que ocorre em países civilizados, os arquitetos e arquitetas já são muito mal remunerados e tem pouco reconhecimento de suas habilidades. Um curso à distância não forma ninguém que precisa adquirir habilidades práticas. Isso apenas enriquece empresas de ensino – que não precisam comprovar competência alguma – apenas atender ao normativo e pronto. Nem tudo deve ser massificado, sendo essa uma dessas profissões. Parabéns pela iniciativa, é preciso colocar um freio nessa indústria do ensino sem ensino.

  83. augusto almeida disse:

    O CURSO DE ARQUITETURA ME EXIGIU ESTAR PRESENTE 200% , MAIS 200% A DISTANCIA PARA COMPLEMENTAÇÃO DOS ESTUDOS E ENTREGAS DE TRABALHOS… AI TEM PESSOAS QUE ACHAM QUE PODEM TER UMA BOA FORMAÇÃO SOMENTE COM CURSINHO A DISTANCIA!!! ESSES REALMENTE NÃO SABEM O QUE É UM CURSO DE ARQUITETURA.

  84. pedro - nh - rs disse:

    bueno…é tudo à distância…como debater e defender uma proposta, entre o estudante e o professor? sem os demais alunos junto no grupo? fomentando a discussão? digitando linhas e mais linhas, com erros ortográficos e de concordância? ensino à distancia não serve…ao menos para determinados cursos…casamento à distancia ou sexo à distância, não funcionam…

  85. Luiz Claudio da Silva Santos disse:

    Apoiado CAU.

  86. ALEXANDER HULSMEYER disse:

    Caros colegas, sou conselheiro do CAU-PR, e recentemente reacendi a discussão sobre a necessidade de exame de ordem para Arquitetura e fui prontamente desestimulado pois “este assunto já estaria encerrado no CAU-BR”. Pelo que vejo, não está encerrado, pelo contrário. Caso estivesse em funcionamento, este tipo de decisão não seria necessária, pois se os alunos em EAD não conseguirem aprovação, ou deixarão de cursar EAD ou os cursos irão melhorar. Isto se chama meritocracia. O resto é ideologia.

  87. Arquiteto sp disse:

    A final vai ou não vai mais aceitar registro no modo EAD, pois estou no segundo ano e não sei oq fazer, preciso de uma resposta concreta para não chegar no quarto ou quinto ano e ter jogado meu dinheiro meu tempo e meu sonho no lixo. Vai ou não vai mais aceitar registro?

    • Euller disse:

      Arquiteto sp, SP, vou ser bem sincero…

      Vá urgente para uma faculdade de curso presencial… Estás jogando seu dinheiro na lata de lixo….

  88. alexandre rodrigues disse:

    Temos que analisar que critérios serviram de base para esta decisão que foi tomada, acredito que seria necessário avaliar os conhecimentos dos graduados em EAD, para tomar uma decisão tão importante. Sou a favor de uma prova tipo da OAB para arquitetos e engenheiros, pois observo que o nível dos cursos presenciais de varias faculdades esta cada vez pior com o crescimento do numero da faculdade , formando profissionais totalmente despreparados. Se são profissões que lidam com a vida porque não fiscalizar melhor os recém formados com uma prova de conhecimentos específicos da área.

  89. Oscar Simão Soares Neves disse:

    Realmente o assunto é polêmico. Apoio plenamente a ideia de que os alunos tenham curso superior no modo presencial, porque o acadêmico presta prova em sala de aula, elabora trabalhos em grupo e de campo. É muito importante para a formação a troca de experiências com os colegas na universidade. Observo que mesmo com todos esses ensinamentos somos tratados no mercado de forma preconceituosa em relação ao curso de engenharia civil. Aproveito a oportunidade Plenário do CAU/BR pela decisão tomada, em relação ao veto.Aproveito aqui para ressaltar o que ocorreu em outra oportunidade, mas muito relevante que foi a iniciativa do CAU, através da pessoa do presidente de inserir no currículo do curso de arquitetura conhecimentos de PPCI, projeto de prevenção contra incêndio.Eu fiz questão de trazer o assunto de volta para reforçar a ideia de que não podemos mais sermos discriminados como profissionais da área de arquitetura.

    • Carlão disse:

      Acredito que o preconceito vem do Arquiteto com relação ao engenheiro, conheço muitos arquitetos que quase não pisam no chão e nem sequer dar um bom dia ao um engenheiro, o preconceito existe em ambas as partes…

  90. Angélica B. disse:

    ARQUITETURA e URBANISMO, como diversos outros cursos, jamais deveriam ser disponibilizados EAD.

    • JOSE MENDES disse:

      É de se notar que no seu tempo não existia ead. e o acesso a informação era por meio de radio ou tv. a modalidades que são mais teóricas, outras mas práticas.o professor texto a cima, foi claro com a explicação, ou você vai dizer também que, quem passa em um concurso público estudando só não estará apto a tomar posse do cargo porque não passou por um cursinho preparatório. passei tanto na federal quanto em ead estudando só.
      uma coisa é defender um curso que é necessário mas da prática. outra coisa é ser contra todas modalidades ead.

  91. Clarissa Regina Gomes disse:

    Parabéns ao CAU, decisão acertadíssima.

  92. Marcos Reis disse:

    Parabéns ao CAU, EAD é conveniente para as empresas que vivem do comércio do ensino sem se importar com o aprendizado, como também aberturas de cursos de arquitetura presenciais sem estrutura meramente para obter rentabilidade financeira.

  93. Ivo Duran Tapia disse:

    Sempre achei que EaD é para cursos que não precisam “presencial” pois Arquitetura & Urbanismo no se forma só no papel precisa participar, já temos colegas de escolas boas que até agora não sabem algumas coisas inerentes a profissão. Esta Medida do CAU/BR é muito valida meus Parabéns!!!

  94. Alexandre disse:

    Parabéns, CAU!

    Segurança em primeiro lugar!

    Nem tudo é possível aprender ou ensinar se um curso for totalmente EAD. Portanto, não se confia a própria vida a um profissional com diploma só porque tirou nota máxima num exame final, sem nunca ter frequentado uma sala de aula com outros alunos. Ele irá travar diante de problemas que só a vivência acadêmica presencial ensina.

  95. Paulo Yokomizo disse:

    Com esta quantidade de curso de arquitetura e urbanismo que foram aberto, o mercado está infestado de péssimos profissionais; sou arquiteto a mais de 35 anos e vejo dia a dia a nossa profissão indo para o lixo; não servindo a sociedade brasileira como deveria.
    JÁ PASSA DA HORA DE HAVER O EXAME DE CAPACITAÇÃO PARA O REGISTRO PROFISSIONAL; este procedimento é rotineiro em vários países; os Conselhos Profissionais nada tem ver com as escolas ou autorizações dadas por entidades como MEC. Alguns colegas arquitetos japoneses, me explicaram que para o o exame de capacitação, o profissional tem que ter trabalhado alguns anos em empresa da área, e se qualificar a prestar o exame de capacitação; se não passar, não tem o titulo profissional, e não pode exercer a atividade profissional como responsável de qualquer das atribuições, só por que é formado em um curso reconhecido pelo MEC.
    No Japão tem um monte de formados em curso superior de arquitetura, engenharia, etc… que não possuem o registro profissional.

  96. Gilberto disse:

    Parabéns CAU.
    A profissão não se enquadra no modelo de ensino a distância.
    Fim das faculdades caça-níqueis e da banalização da educação.
    Agora devera suportar a pressão por parte deste governo acéfalo.

    • Pacheco disse:

      Você ta com o mesmo pensamento do ministro da educação que o Bolsonaro nomeou, dizendo que a educação nao era para todos, isso e egoismo rapaz.

  97. Marco Carvalho disse:

    A tecnologia vem para melhorar a qualidade de ensino, não o contrário. Dito isto, é fato que no Brasil os chamados cursos EaD não são feitos com seriedade (via de regra) e com respaldo suficiente para formar profissionais que possam atuar de maneira segura e competente no mercado. Mas como já foi dito por muitos, esse fato não é exclusividade nem da Arquitetura, nem dos cursos EaD. Com 10 anos de trabalho sério na Arquitetura e Urbanismo eu posso dizer que profissionais ruins, com problemas básicos de formação, estão em todas as áreas contíguas ao nosso campo de atuação. É óbvio que isso é uma deficiência do MEC, num primeiro momento, que o CAU vem agora tentar solucionar.

    Com esta decisão, o Conselho se expõe judicialmente de uma forma imprudente (pra dizer o mínimo) e ainda tenta atuar num campo que não é da sua alçada (educação e formação dos profissionais). Como já dito por alguns aqui mesmo nos comentários, choverão processos. Afinal, a culpa disso tudo não é do aluno que cursou Arquitetura à distância, não é mesmo?

    Eu não consigo entender qual o medo dos colegas já graduados… Acham que esses alunos vão “roubar” os seus clientes? Que o seu mercado será saturado por profissionais a ponto de inviabilizar a profissão?

    Eu me formei numa faculdade federal no final dos anos 2000, e vi a qualidade do ensino das federais despencar de lá pra cá… Os estagiários que já orientei são a prova viva de que um bom curso depende, primeiramente, do aluno. Já treinei estudantes de faculdades péssimas com ótima iniciativa, boa vontade e capacidade de aprender maior do que muitos alunos advindos de universidades consolidadas.

    Além disso, é notório que o sucesso ou fracasso no desempenho da profissão está diretamente atrelado à capacidade profissional do indivíduo. Em suma, se você é um bom profissional e tem trabalhos de qualidade, não tem com o que se preocupar. Na arquitetura, só sobrevive o profissional que consegue fazer bons projetos. E quem avalia a qualidade dos projetos de um profissional não é o conselho, e sim o mercado. Portanto, se o MEC valida o diploma de um curso EaD de baixa qualidade, certamente o mercado não irá absorver esse profissional.

    A meu ver, uma prova para avaliar o conhecimento básico dos profissionais seria uma saída muito mais honrosa para o nosso conselho do que esta decisão parcial e arbitrária. Acho que hoje temos problemas muito mais sérios a serem endereçados, como o fato de outros profissionais estarem habilitados a exercer arquitetura sem nem mesmo cursarem uma disciplina de projeto sequer durante a sua formação (como é o caso de muitos engenheiros civis).

    Enfim, vejo o CAU muitas vezes perdido e absorto em questões que, sim, são importantes, mas não são prioritárias à evolução da carreira na arquitetura. Relembro aqui que o conservadorismo exacerbado destronou reis, quebrou multinacionais, afundou fortunas centenárias… O mundo não vai parar de girar só porque as pessoas não querem que nada mude.

  98. jonaspteixeira@gmail.com disse:

    Reacionário, preconceituoso e por demais retrogrado essa postura do CAU, conheço muito estudante de arquitetura presencial que infelizmente são de baixo nível, assim como tem estudante EAD de alto nível, quem tem competência se estabelece, não é barrando dessa forma que vão resolver essa questão, afinal de contas estamos num país democrático ou não?

    • Erica Leite disse:

      Lamentável seu parecer caro Jonas.
      Gostaria de ver uma aula de GD a distância. E este mesmo aluno conseguir de fato captar o conceito espacial sem aula prática com um professor capacitado.
      A questão não é aluno aplicado ou não, e sim como algumas disciplinas do curso, conseguirão ter o mesmo poder de formação de raciocínio via internet.
      Você não deve ser arquiteto. Ou se é não deve trabalhar com arquitetura.

    • pinheiro disse:

      nao, nao estamos mais, e isso ha mais de 2 anos…

    • Fernando Santtos disse:

      A questão do CAU não aceitar registros não está ligado diretamente ao aluno, e sim a forma de graduação. Se quem estuda presencialmente ainda tem dificuldades imagine EAD?!

    • Douglas Brancate disse:

      Concordo plenamente. Haverá bons e maus profissionais, o livre mercado que irá se encarregar de seleciona-los. Isso é protecionismo de classe disfarçada.
      Vergonhoso e ilegal.

    • GIRISMUNDO disse:

      Então vamos regulamentar o exercício profissional baseados em quem vossa senhoria conhece, não numa decisão colegiada de quase 100 especialistas da área. Vá lacrar pra lá, sujeito.

    • Pacheco disse:

      Erica tá com medo da concorrência? esse conselho também ta. O que determina a aprendizagem do aluno é a quantidade de vezes que ele leu o livro e resolveu os exercícios, professor é um orientador. Curso engenharia civil, 7º período.faço projetos elétricos e hidráulicos no Auto cad eu aprendi na modalidade EAD. Quem ler mais sabe mais.

  99. José disse:

    Apoiado CAU.
    Tardou porém não falhou. Agora é aguentar a pressão…
    A Arquitetura respira!!!

    • Lucio disse:

      Embora entendo que o CAU possui por lei poder de policia administrativa na elaboracao de politicas e diretrizes no exercicio da profissao de Arquiteto e Urbanista, outros conselhos, como o proprio Confea ja tentou realizar isso e foi diversas derrotado em decisoes judiciais, pois como os conselhos sao entidades de uma cstegorois/classe profissional nao ha interesse de uma parceria junto ao MEC em funcao de ser ima orgao da adm direta do governo com ocom outras politicas. Essa decisao por mais q tenha a intencao de se preocupar com a qualidade da formacao do Arquiteto, acaba sendo injusta e preconceituosa para aqueles que nao tinham conhecimento e se formaram. Nao nos esquecamos q o Ead e uma modalidade de ensino que veio para ajustar e humanizar e democratizar o ensino e isso nao tem volta. O problema esta na qualidade dos cursos ofertados por varias faculdades e ate a distancia. E preciso uma aproximacao com elas antes de uma decisao dessas p melhorar seus cirriculos p uma boa formação

  100. Évellyn disse:

    Os cursos de pós graduação EAD continuarão sendo reconhecidos?

  101. claudia babinski disse:

    Isso é chamado retrocesso , pedir algo a mais para esses cursistas, como por exemplo uma prova é até aceitável, mas desqualificar quem faz EAD semi presencial é complicado. #Retrocesso #ReservadeMercado

  102. Adriana disse:

    sou formada desde 1997 na minha época tive que cumprir cerca de 36 horas semanais de aula em período integral, com aulas em Urbanismo, Paisagismo, arquitetura, história, projeto, sociologia e calculo. Ia para casa com textos que lia diariamente, com 20, 30 páginas. Trabalhos em grupo, estágios nas férias, dedicação exclusiva. Trabalho nos fins de semana. Aos poucos eu vi serem multiplicados os cursos de arquitetura em meio período, depois em período noturno e agora a distância…. abolir a necessidade de saber desenhar para cursar , ano a ano temos convivido com a presença maior de mais e mais arquitetos no mercado, seria justo que o arquiteto que se formou em período integral, teve que se virar durante os 5 anos puxados da faculdade tenha o mesmo diploma de pessoas que se formaram em período noturno, ou a distância? Eu sei que em outros países há uma diferenciação na formação profissional, em 3 anos forma-se um Treinee e se ele quiser assinar projetos faz um Master, e se torna realmente um arquiteto pleno. Eu tenho assistido nosso mercado ganhar mais e mais profissionais nos diferentes tipos de formação, mas não vejo ofertas de trabalho crescerem na mesma proporção, concursos de emprego com valores absolutamente irrisórios quando eles aparecem, ou para arquitetos ou engenheiros, por que não existem campos de atuação para arquitetos em diferentes áreas? No ritmo que estamos os bons profissionais irão abandonar a profissão procurando uma carreira que o sustente, e ficarão os sobreviventes cuja situação precária da profissão coloca em risco a vida de muitas pessoas como temos assistido ultimamente.

  103. JORGE ALBERTO A. BORGES disse:

    frequentando diuturnamente a faculdade de arquitetura e urbanismo , durante longos e penosos 5 anos, hoje ainda acho que foi pouco aprendizado, são milhões de assunto a ser abordado durante esse período e não consigo entender como que uma pessoa a distancia receberá estes conteúdos, ai vemos os tipo s de profissionais que estão se “formando”, vão levar o mesmo título, a mesma carteira que nós recebemos após frequentar os dez períodos. senhores mandatários do CAU e colegas façamos pressão forte para que nós mais pra frente não sejamos a vitima desta aberração e ridícula formação de supostos profissionais!! querem ser profissionais encarem 5 anos de formação no banco da acadêmia.

  104. Ricardo disse:

    Assim como há cursos presenciais bons e ruins, há também cursos EaD bons e ruins. Entratanto, considero alguns aspectos interessantes dos cursos EaD:
    1. Felxibilidade de aprendizado: as metodologias são baseadas na Teoria das Inteligências Múltiplas;
    2. Flexibilidade de horários, através das exposições e atividades assíncronas;
    3. As plataformas oferecem bibliotecas virtuais amplas, diversificadas e atualizadas;
    4. As disciplinas possuem cronograma muito bem definido, com datas de lançamento e entrega de atividades, proporcionando sequência lógica, concatenada e ininterrupta do curso (paralisações e greves sequer são cogitadas neste modelo);
    5. Se, por um lado, não há interação pessoal (física), por outro lado não há, felizmente, doutrinação ideológica em sala de aula (comprometimento ideológico repercute negativamente em qualquer ambiente profissional);
    6. No ordenamento jurídico brasileiro, não há base legal para indeferir o registro de egressos de cursos de graduação a distância.

  105. ruy eduardo debs franco disse:

    Se depender do MEC daqui a pouco vai ter EaD em aviação civil.

  106. Decker Ponta Grossa disse:

    Eu entendo tanto os argumentos das duas partes, realmente precisamos ter profissionais bem preparados no mercado de trabalho, mas apenas “taxar” se um arquiteto é competente ou não por um curso presencial ou não me parece um pouco falho e inconsistente o argumento. Trabalho na área de engenharia mecânica há 18 anos, e conheço aberrações profissionais, tanto de particulares, universidades federais e de estaduais, profissionais do mais baixo nível, que não seriam engenheiros em nenhum país sério do mundo, e todos em cursos presenciais. Desta forma, a maneira mais justa e SEGURA para a sociedade, seria o CAU, que aparenta tão (preocupado com as vidas), em aplicar uma prova prática, com mínimo 5 dias de prova, para os formados, independente de presencial ou não. APENAS desta forma, este conselho se mostraria realmente preocupado socialmente, com a segurança e a qualidade da Arquitetura no Brasil.

    Porque esses argumentos do CAU, são claramente para diminuir o número de formados, para os mais “velhos” não terem tanta concorrência no mercado, ou seja, uma decisão simplesmente econômica, do meu ponto de vista.

    • Raphael disse:

      É exatamente o que está parecendo. Se a preocupação fosse legítima, teria sim que haver uma prova para obtenção de registro, independente da forma do diploma. Desta forma o CAU se responsabilizaria pela qualidade dos arquitetos do país.

  107. LEOGILDO AGENOR LINO disse:

    Considerando todos os “comentários” acima me resta suspeitar que estes problemas não são tão somente da Arquitetura mas de forma geral dos demais Cursos Específicos.
    Essa disseminação de EADs Brasil afora é na melhor das hipóteses a irresponsabilidade do governo de assumir no mínimo a fiscalização ou interesses escusos levaram a isso.
    Certa feita li uma reportagem que se referia ao fato de que, uma das instituições que mais contribuem para o Fundo Partidário, aquele que financia candidaturas, são justamente as Escolas Particulares.
    Desta feita, uma escola Particular ha que estar preocupada em manter o aluno no seu quadro pois é ele quem financia a existência e o funcionamento da Escola.
    Consequentemente, é de se pensar que a Escola a qualquer custo vai manter o aluno em seu quadro, nem que para isto tenha que facilitar a progressão.
    Em consequência a fiscalização deveria ser intensificada e não deixar correr “solto” da forma que se vê pelos pronunciamentos feitos e justificativas das entidades responsáveis.
    Triste isto.

  108. Jéssica disse:

    Uma grande revolução para a Arquitetura e Urbanismo! Parabéns!

  109. Ricardo disse:

    Assim como há cursos presenciais bons e ruins, há também cursos EaD bons e ruins. Entratanto, considero alguns aspectos interessantes dos cursos EaD:
    1. Felxibilidade de aprendizado: as metodologias são baseadas na Teoria das Inteligências Múltiplas;
    2. Flexibilidade de horários, através das exposições e atividades assíncronas;
    3. As plataformas oferecem bibliotecas virtuais amplas, diversificadas e atualizadas;
    4. As disciplinas possuem cronograma muito bem definido, com datas de lançamento e entrega de atividades, proporcionando sequência lógica, concatenada e ininterrupta do curso (paralisações e greves sequer são cogitadas neste modelo);
    5. Se, por um lado, não há interação pessoal (física), por outro lado não há, felizmente, doutrinação ideológica em sala de aula (comprometimento ideológico repercute negativamente em qualquer ambiente profissional);
    6. No ordenamento jurídico brasileiro não há base legal para indeferir o registro de egressos de cursos de graduação a distância.

    (Caso este comentário não seja publicado nesta plataforma, publicá-lo-ei em outras mídias. Com print screen de todas as tentativas)

    • MARDEN NUNES FLEURY disse:

      Concordo com você Ricardo, o CAU deveria brigar para mudar as legislações sobre ensino a distância. Uma vez, que na hierarquia das Leis, resolução do CAU está abaixo de qualquer lei que autoriza a criação de cursos na modalidade EAD.
      O Decreto Nº 9.057/2017:
      Publicado em 26 de maio de 2017, tal decreto tem o objetivo de atualizar a legislação que regulamenta a educação à distância no país. Define, ainda, que a oferta de pós-graduação lato sensu EAD, não necessita de credenciamento específico, ou seja, as instituições que já possuem o credenciamento EAD, estão autorizadas a ofertar essa modalidade. O Decreto também regulamenta a oferta de cursos a distância para o ensino médio e para a educação profissional técnica de nível médio.
      Quando um Arquiteto formado na modalidade EAD for barrado no CAU, ele entra na justiça e ganha o direito de exercer sua profissão.

      JOSE MENDES, AC 12 de setembro de 2019 às 00:45

  110. Marileda Caliope das Merces Gilaverte disse:

    Parabéns, CAU, decisão acertada.

  111. Mari SP disse:

    Parabéns, CAU, decisão, acertada.

  112. marizelia coregliano disse:

    Não concordo com esta decisão.
    É uma posição elitista e ultrapassada.
    Cursos do tipo EaD tem mais conteúdo, não precisa socializar nem aturar a empáfia de autointitulados professores. A avaliação em EaD não considera a sua boniteza, articulação e manipulação nem é necessário se tornar a Miss/Mister simpatia.
    É sustentável, economiza combustível, dinheiro, você faz no seu tempo e ritmo não dos seus coleguinhas.
    Já fiz vários até um de Desenho arquitetônico pelo Instituto Universal Brasileiro, que ajudou muito no Curso superior.
    Quem critica de forma negativa provavelmente nunca fez um curso deste.
    Vamos largar de babaquice e encarar a modernidade.
    Afinal arquitetura não se ensina, se aprende, o que vc precisa são das ferramentas e da metodologia.

  113. luicas nunes de lima disse:

    oi boa noite, me chamo lucas daqui do ceara fortaleza. queria saber se a CAU tem poder de recusar o curso de designe de interiores, porque eu curso essa modalidade em EAD. por favor vocês podem me responderem….

    • CAU/BR disse:

      Lucas, pedimos que por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

      Chat: http://www.caubr.gov.br/atendimento
      Telefones: 0800-883-0113 (ligações realizadas a partir de telefones fixos) e 4007-2613

    • QUINTO GIULIO TOIA disse:

      Eu mesmo posso responder pra você. Tem sim. O CAU só pode registrar o arquiteto e urbanista formado em campo único. Não cabe registro de nenhuma outra atividade no CAU.

    • jacob disse:

      Parabéns Quinto, você fez o trabalho deles e respondeu diretamente sem fricote.
      Este corporativismo e burocracia do CAU e outras entidades de classe é simplesmente irritante. Não entendem e nem sabem usar as tecnologias novas de comunicação. Gostam mesmo é de papel timbrado e carimbo.

  114. Paulo Junior disse:

    Parabéns ao CAU..

    O Arquiteto recebe Conhecimentos Práticos.. Já estudei a Distancia sei que não teria a possibilidade de uma mesma qualidade na aula de Arquitetura, artes, desenhos, projetos, maquetes, topografia e muitos.

  115. marcus azevedo disse:

    Compete ao MEC o credenciamento e renovação de credenciamento de instituições para oferta de educação a distância, assim como autorização, renovação de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento dos cursos ou programas a distância. Dec. 5622/05.

    Compete ao Egresso quando do registro no CAU, ter capacidade civil e diploma de graduação em arquitetura e urbanismo, obtido em instituição de ensino superior oficialmente reconhecida pelo poder público. Lei 12378/10.

    E compete ao CAU cumprir a lei!

    • MÁRCIO disse:

      Concordo com o colega. Cabe aqui ressaltar que outros conselhos vetaram egressos de cursos EAD que entraram na justiça e obtiveram sentença favorável sendo inscritos em seus respectivos conselhos. Conselhos são autarquias, portanto não legislam e suas normas não podem ser contrarias as leis.

  116. Rafael disse:

    Parabéns ao conselho. apenas sinto pela demora em manifestar-se. e espero que mantenha essa postura.

  117. Ricardo Nogueira disse:

    Sou formado desde 2001 e professor universitário por 11 seguidos.
    Também tenho minhas críticas ao CAU, porém aplaudo de pé a resolução de negar registros aos diplomados por EAD. E listo os motivos:
    – A complexidade exigida pelas disciplinas práticas e laboratoriais jamais serão atingidas através de teorias. Do primeiro ao ultimo período, os PA’S ou Ateliers de projeto, que formam a espinha dorsal do curso necessitam de um completo intercâmbio de informações entre professor(es) e aluno, com constantes discussões, aconselhamentos e questionamentos, possível apenas com a convivência e interatividade diária e pessoal.
    – O desenvolvimento de técnicas, aprimoramento de aptidões, estabelecimento de senso crítico e questionamentos desafiadores são fundamentais para uma formação que trata com o mesmo valor tanto a criatividade quanto a tecnologia. O apoio e presença constante dos professores ou tutores, na interação real com o aluno e seu desenvolvimento gradual determina individualmente o grau ou nível de absorção das informações passadas. É impossível estabeler meios de intertividade, através da frieza de monitores de computadores e interações totalmente desprovidas de calor humano.
    – Ensino a distância são excelentes meios de formação para cursos chamados “cuspe e giz”, termo um tanto antiquado, mas perfeitamente aplicado a aqueles que demandam apenas de teorias já consolidadas e requerem apenas sua aplicação pura e simples. Direito, contábeis, linguas, filosofia, história, sociologia, por exemplo, são ótimas áreas em que a formação é atingida com excelência, utilizando meios de interatividade digital. A alta carga teórica transmitida ao aluno exige dele uma forma de pensar e estabelecer conceitos independente do meio como lhe é passado. Cabe ao aluno absorver a informação (elementar sobre teorias) o que bem diferente de desenvolver uma ação (necessária para práticas).
    Finalizando, é importante deixar muito claro que cursos EAD são extremamente rentáveis e convenientes para as instituições de ensino privadas, o qual conheço muito bem e posso afirmar que antes de qualquer principio acadêmico, se sobrepõe as questões comerciais. Há, lógico, um grande apreço e fundamentação para a transmissão de conhecimentos por parte dos professores, que em sua grande maioria, tem no ato de lecionar, muito mais do que uma profissão, uma missão de vida. Mas é impossível achar que administrativamente, tal altruísmo seja verdadeiro. Trata-se de negócios, onde o lucro, o máximo pelo mínimo, o valor agregado e números positivos falam muito mais alto do que qualquer paixão acadêmica.

    • Diva Carolina disse:

      Perfeito!!!! Excelente explanação!!

    • ANA AMELIA CANOVA BARROSO disse:

      Você tem medo de perder o emprego, porque a EAD emprega menos professores, então sugiro que vá se tratar. Em situações adversas as pessoas procuram aliados, então acho normal você vir com este discurso de preocupação, que na verdade encobre outras coisas que talvez você esteja negando. Fico muito triste com essa decisão do CAU, mas essa decisão vai cair e ele vai ter que se adequar ao futuro que tem outro formato e que será bom e próspero a todos.

    • Clara disse:

      Concordo plenamente!

  118. Robson disse:

    Não sou contra EAD, quem faz o profissional não é a faculdade e sim o mercado! No mercado que vemos como a graduação é limitada, se é Presencial ou EAD não vai fazer muita diferença. Aliás hoje só trabalho com programas de computador voltados para arquitetura graças as vídeo aulas do youtube. Acredito que muitos dos que criticam EAD fizeram cursos Online!

  119. Thales Barbosa disse:

    Eu discordo totalmente dessa decisão, pois comecei a fazer arquitetura e urbanismo presencial e não foi bom professores chegavam atrasados muita conversa na sala de aula sem relação a arquitetura, pois parei e fui fazer arquitetura e urbanismo EAD fui 100 vezes melhor que a presencial tive que focar mais nos estudos e não perder tempo em ver alunos da sala conversar com o professor sobre futebol e etc.. garanto que EAD exige mais do aluno d q presencial, acho que os arquitetos estão com medo da concorrência forte que está por vir.

    • Felipe disse:

      Concordo plenamente com o comentário, eu cursei Arquitetura EAD por 3 períodos com medo já dessa intervenção do CAU mudei para um curso presencial tradicional e garanto que o EAD tinha muito mais qualidade, professores em sala de aula falam mais da vida que ministram a aula, faltam muito e no meu caso até ministraram uma matéria inteira repetida totalmente fora da ementa, laboratórios somente de informática e nao suportam os programas, enquanto no EAD eles eram muito mais diretos e bem equipados tinhamos todos laboratórios e vivência de até 4 encontros semanais que no curso tradicional encontra-se da mesma forma 4 encontros semanais com maior parte dos professores de 1° viagem não sabiam ministrar o conteúdo e confundiam os alunos um contradizendo o outro.
      Concordo que existem cursos tradicionais ruins e EAD ruins porém no meu caso foi muita diferença creio que o CAU ao invés de negar egressos do EAD deveria sim acompanhar mais de perto e propor soluções para a melhoria do aprendizado destes.
      Pois as alegações do CAU contra o EAD acontecem em muitas faculdades tradicionais, alunos sendo aprovados nas matérias sem fazer nada, alunos que mal pisam na faculdade e estão passando tranquilamente, faculdades sem laboratórios para práticas do curso .
      Talvez se os CAU/UF visitassem as universidades veriam que não é só simplesmente se fechar contra o novo sendo que o modelo de ensino tradicional apresenta os mesmos problemas.

    • Clara disse:

      Aí é uma questão da Instituição que você fez. E você pode reclamar sobre isso. Mas não tem como dizer que um curso de arquitetura EaD é melhor que um presencial, pois você não vai ter acesso às aulas práticas e laboratoriais que são necessárias.

  120. QUINTO GIULIO TOIA disse:

    Me senti prestigiado com o bloqueio na página do Facebook do CAU-BR. De fato dá menos trabalho para vocês e evita-se dar publicidade a críticas com evidências difíceis de serem contestadas.Com várias perguntas sem resposta e argumentos claros, era de se esperar que ocorreria o bloqueio a qualquer momento a pedido de algum colaborador da propaganda. É a solução padrão para bloquear o contraditório, evitar o confronto de idéias. O serviço público está sujeito ao controle do administrado e este tem o dever de denunciar atos lesivos ao direito e alertar quando há indícios de que recursos podem estar sendo aplicados em desvios de finalidade.

    • CAU/BR disse:

      Quinto, informamos que críticas, sugestões e comentários são aceitos e bem-vindos, conforme pode se comprovar neste site e em nossas redes sociais. Os bloqueios em nossas redes sociais acontecem quando há ofensas, acusações e calúnias contra outras pessoas. Para apresentar denúncias ao CAU/BR, por favor entre em contato com a Ouvidoria do CAU/BR em http://www.caubr.gov.br/ouvidoria/

    • QUINTO GIULIO TOIA disse:

      O que está sendo insinuado pelo CAU deve ser divulgado para que todos tomem conhecimento do que o CAU está chamando de calúnia, ofensas e acusações. Foram críticas fundamentadas. Se não concordam devem vir a público discordar. O que não pode é divulgar uma propaganda que dá apoio a violação de uma lei, obstrue direitos legítimos e não se permite discordar. A página é interativa. Aqueles que falam devem também ouvir e, se for o caso, contra argumentar. Várias perguntas estão sem resposta, várias críticas não foram rebatidas. Releiam o item 4.3.8 do código de ética.

  121. Dave Lima disse:

    As universidades que ofertaram e continuam ofertando os cursos no formato EaD, estão fora da LEI?

    A autarquia negando-se a registrar os novos egressos estará dentro da LEI?

  122. Maiza Tavares disse:

    Seria muito mais interessante, caso a real preocupação do CAU seja com a qualidade do ensino e conhecimento do egresso, adotar provas como meio de obter o registro. Tenho absoluta certeza que muitos alunos do ensino EAD seriam aprovados, e outros tantos do presencial não seriam. Isso sim demonstraria, como outras tantas avaliações tem mostrado, que fechar as portas para esse nova modalidade não é o caminho, e só aumenta o preconceito contra alunos EAD.

  123. André Luiz disse:

    Essa decisão já é de indignar e mais ainda a não obrigatoriedade de matemática e física na grade de arquitetura de várias universades. Existem universidades que não mais aplicam tais matérias e como isso pode acontecer se existem matérias de cálculo estrutural e o arquiteto ser o responsável por assinar edificações?

    Pensam nos milhões de brasileiros que moram a dezenas de quilômetros de distância de uma faculdade de arquitetura que nunca tiveram oportunidade de realizar um sonho de formar arquitet?

    E nos arquitetos formados que não sabem calcular uma metragem cúbica, não sabem, simbologia de instalações,
    ler uma planta estrutural mas são feras em computação gráfica CAD??? Até porque hoje o importante para ser contratado ,hoje em dia, é saber muito mais informática do que arquitetura.

    São várias indignações com essas decisões sem uma consulta pública antes de qualquer coisa. Se o profissional demonstrar competência, seja qual for a modalidade estudada, tem sim o direito ao diploma muito mais que muitos diplomados que não sabem ler uma planta técnica de projeto nem calcular uma pequena estrutura de uma casa.

    • CAU/BR disse:

      André, Considerou-se para essa decisão que o campo da Arquitetura e Urbanismo está relacionado com a preservação da vida e bem-estar das pessoas, da segurança e integridade do seu patrimônio e da preservação do meio ambiente, e portanto tem impactos diretos sobre a saúde do indivíduo e da coletividade. Além disso, o Código de Ética e Disciplina do CAU/BR determina que o arquiteto e urbanista deve deter um conjunto sistematizado de conhecimentos das artes, das ciências e das técnicas, assim como das teorias e práticas específicas da Arquitetura e Urbanismo, sendo impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância. Segundo a CEF do CAU/BR, um dos princípios que embasam a Arquitetura e Urbanismo e o Paisagismo é a necessária condição geográfica, sem prejuízo das de caráter histórico e cultural, sendo impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância.

  124. André Luiz disse:

    Não concordo com a resposta sobre meu questionamento, pois hoje em dia muitos arquitetos se formam sem passar por matemática, física por exemplo e são responsáveis por projetos inclusive com reformas com alterações de estruturas. Como ter matérias de estruturas de concreto armado e metálicas sem matemática e física? Em algum momento isso foi questionado? Como fica a segurança citada na resposta ao meu questionamento?
    Ao invés de se preocuparem com a modalidade de ensino, deveriam preocupar com o nível atual de formandos e ficarão impressionados com a falta de capacidade de muitos e que realmente podem colocar a vida de famílias em risco.
    Se o MEC normatizar os cursos EAD, nada poderá negar os pedidos de registro.

  125. Enzo Ferrari disse:

    Bom dia, senhores

    Minha recomendação envereda no sentido dos prejudicados pela deliberação arbitrária do CAU-BR (autoridade coatora), constituírem um advogado e impetrarem um MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO LIMINAR para garantir o direito líquido e certo de exercer a profissão de arquiteto. O magistrado acolherá a segurança e aplacará tal ato desarrazoado de recusar o registro profissional aos egressos do curso de Arquitetura, na modalidade EaD, praticado pelo respectivo conselho. Estou convicto de que o juiz não denegará a segurança e apreciará o mérito consubstanciado pelo remédio.

    Não esmoreçam ou sucumbam perante a arbitrariedade deste conselho. Constituam um advogado e façam valer seu direito de exercer a profissão em que se graduaram, conforme preconizado pelo art. 5º, inciso XIII da Constituição da República Federativa do Brasil. Qualquer limitação ao exercício livre de uma profissão só pode ser restringido e limitado por uma lei. No caso em tela é um simples ato administrativo praticado pelo CAU-BR que não tem força de lei. Fiquem espertos.

    Desejo sorte a todos os bacharéis de Arquitetura prejudicados.

    • CAU/BR disse:

      Enzo, o CAU/RS obteve nova vitória na Justiça Federal sobre o EAD Reforçando a conquista já obtida pelo CAU/RS em não registrar egressos de EaD, a decisão foi proferida pelo Juiz Bruno Brum Ribas, da 4ª Vara Federal.

      “Na verdade, é legítima a preocupação do conselho com a qualidade dos cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo, especialmente na modalidade do ensino à distância, de implementação recente e em franca expansão no país, incentivada pelo MEC, tendo em vista que poderá impactar na formação dos futuros profissionais que estarão sob sua fiscalização. Não cabe ao Poder Judiciário intervir nesse aspecto”, diz a decisão.

      Saiba mais no link abaixo!

      https://bit.ly/2JFI3ox

    • Fernando Almeida disse:

      Excelente Dr. Ferrari. Parabéns pelo incentivo e por ignorar as argumentações inconsistentes com a realidade dos tradicionais graduações presenciais, e, ignorando a modalidade SEMI PRESENCIAL, Que é o verdadeiro vilão do cau e dos maus professores
      , nessa briga estilo Uber x Taxistas. A vitória, sabemos de quem será.

  126. JOSE MENDES disse:

    uma coisa é defender um curso que é necessário mas da prática. outra coisa é ser contra todas modalidades ead.
    exitem Péssimos alunos e também péssimos professores. tanto ead quanto no presencial.

  127. Jorge sodré disse:

    Formação em EAD é um lixo e todo mundo sabe! Quem apoia faz vista grossa pq quer ser beneficiado!!! Provas online com cola, resumo de artigo para aprovação final, tutor fazendo crochê em sala. EAD é uma piada!!!
    Parabéns ao CAU!!! Que todos os conselhos de classe sigam seu exemplo!!!

  128. Amanda disse:

    NENHUM ARQUITETO FORMADO PRESENCIALMENTE TEM CAPACIDADE DE EXERCER A FUNÇÃO “SEM EXPERIÊNCIA” POR ISSO TANTO EAD QUANTO PRESENCIAL, O QUE QUALIFICARÁ O BOM PROFISSIONAL SERÁ A EXPERIÊNCIA!!! CONHECIMENTO DE CAUSA. POR ISSO ESSAS MODALIDADES SÃO IRRELEVANTES, TEM MUITO MESTRE DE OBRA QUE COLOCA UM ARQUITETO NO CHINELO. ESSES “PROFISSIONAIS” SAEM DA FACULDADE E NEM SABEM O QUE É UM RRT, SUAS ATRIBUIÇÕES rsrsrs…POR ISSO, PESSOAS, A MODALIDADE É IRRELEVANTE, POIS O QUE TEM DE ARQUITETO NÓIA POR AÍ rsrsrs

    • marcos Antonio Reis Martins disse:

      Discordo pois metre de obra tem haver com obras e não com projetos. Ver-se claramente desconhecimento de sua parte na área. Pois em 45 anos de atividade nunca vi um mestre fazer projetos.

    • Alex Julio disse:

      Marcos, pelo jeito quem tem desconhecimento de causa é você! Os novos arquitetos tem chegado ao mercado sem a capacidade de projetar nem mesmo uma unidade unifamiliar, acho que deveria se inteirar sobre a nova condição dos seus “novos” companheiros de trabalho! O curso de arquitetura é completamente raso! Matérias irrelevantes tomam a maior parte da carga horária, enquanto os professores (mais despreparados do que nunca) apenas cobram produção em massa. Deixam de lado a real compreensão para dar nota em uma prancha bem feita e bem diagramada(bonitinha). Vejo alunos em faze de conclusão que ainda não entendem que devem projetar algo que funcione na vida real! O problema é que estes lunáticos por provavelmente não conseguirem espaço no mercado de trabalho que exige profissionais que no minimo saibam oque estão fazendo, acabam virando professores e assim começa tudo de novo, professores despreparados dando aula que acabam aprendendo as pressas por serem impostas a eles… É meu caro, acho que não está mais como a 45 anos atrás.

  129. Ivonei disse:

    Isso se chama TENTATIVA DE RESERVA DE MERCADO.

  130. José disse:

    Vergonha um conselho jogar contra alunos e futuros profissionais da área. Se até Engenharia Civil, que possui mais responsabilidades tem cursos semi-presencias, porque Arquitetura não teria?
    A verdade é que o CAU quer formar mais reserva de mercado ainda com essa proibição, com a desculpa de “se preocupar com a qualidade do ensino”. Se estivessem realmente interessados em melhorar o ensino, se juntariam as instituições que oferecem cursos EAD e encontrariam formas e metodologias novas e melhores para inovar e fazerem os alunos aprendem mais.

    • Alex disse:

      Isso mesmo! Estes “conselhos” só servem para nos prejudicar! Deveriam deixar de existir! São uma fabrica de dinheiro apenas! Pois ao invés de defender nossos interesses, a unica coisa que fazem é fiscalizar obras de quem já sabem que trabalha na legalidade e enquanto isso, obras sem profissional responsável continuam sendo tocadas.

      • CAU/BR disse:

        Alex, o CAU/BR e os CAU/UF existem desde 2011, tendo criado o SICCAU, Tabela de Honorários, Código de Ética, Resolução sobre Direitos Autorais, Resolução sobre Atividades Privativas de Arquitetos e Urbanistas, Site Ache um Arquiteto, desenvolveu campanhas nacionais de valorização profissional e têm lutado no Congresso Nacional pelo planejamento correto de nossas cidades, entre outras ações. O CAU/BR promove ainda diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social.

        Os CAU/UF destinam 2% de seus orçamentos para apoiar projetos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social em todo o Brasil. Como esse financiamento, arquitetos e urbanistas têm resgatado um direito fundamental do cidadão. Assim como saúde e educação, trata-se da qualidade de vida da população, garantida pela Lei 11.888/2008. Saiba mais em http://www.caubr.gov.br/athis

        Informamos ainda que o CAU/BR possui uma intensa atuação junto ao Congresso Nacional, com acompanhamento diário dos projetos de lei em tramitação e diálogo permanente com deputados e senadores. Todos os anos, o CAU/BR realiza um Seminário Legislativo de Arquitetura e Urbanismo em Brasília, com a participação de arquitetos e parlamentares. Veja em http://www.caubr.gov.br/seminariolegislativo

        Além disso, o CAU/BR tem promovido diversas campanhas nacionais e de grande alcance pela valorização profissional. O programa Arquitetura para a Vida, produzido pelo CAU/BR, está sendo transmitido três vezes por semana, em rede nacional nas rádios CBN e BandNews. Veja em https://www.caubr.gov.br/vida/

        Em dezembro, a campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. A campanha do Dia do Arquiteto é realizada todos os anos desde 2013, sempre em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

        Essas ações de valorização da profissão tem ajudado o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Em 2018, os profissionais registrados no CAU realizaram 5,4% mais atividades que no ano anterior. Os estados que mais contribuíram para o crescimento do mercado foram São Paulo – 9% mais atividades – e Santa Catarina – 7% mais atividades.

        Destaque-se o crescimento cada vez maior das atividades ligadas à Execução de Obras: houve um crescimento de 6,3% em 2018 – o que representa 30.000 execuções de obras a mais que no ano anterior. Em 2017, esse tipo de atividade também cresceu mais que 6% – o dobro da média nacional naquele ano.

        Confira essas e muitas outras informações no Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019.

        https://www.caubr.gov.br/anuario2019/

        Os CAU/UF realizam ainda ações de fiscalização, de apoio às prefeituras e orientação dos profissionais recém-formados. Existem ainda uma série de benefícios, como planos de saúde, desconto em softwares BIM e financiamento de projetos. Você pode conferir todos em http://www.caubr.gov.br/indice-beneficios/

        Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas. Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

        Chat: http://www.caubr.gov.br/atendimento
        Telefones: 0800-883-0113 e 4007-2613

  131. Frederico disse:

    NÃO É 20% DE CARGA PRESENCIAL QUE O MEC AUTORIZA, É DE 20% A 40%.
    NÃO SERIA O CASO DO MEC NÃO AUTORIZAR ESTES CURSOS? DO QUE UM CONSELHO ISOLADO CRIAR ESTE CAOS NA ÁREA?

  132. Ze disse:

    MEC está acima do cau, quem sabe o governo não acaba com o cau?

    • Clara disse:

      Sem CAU o arquiteto não exerce a profissão. E o CAU está certíssimo, é um absurdo um curso de arquitetura e urbanismo à distância. O curso é muito complexo para não ser presencial.

    • Katia Caria disse:

      Infelizmente acabar com o CAU não tem como, mas se o MEC reconhece o curso de Arquitetura EAD como curso, isso é caso de processo jurídico.
      Concordo que algumas matérias são específicas para serem onlines, mas gostaria de entender melhor se o aluno para ser profissional em Arquitetura leva-se em conta o curso que teve, será que o CAU não poderia ajudar esses cursos e obrigar determinadas matérias serem presencial? Será que o CAU, já que pensa no PODER e DINHEIRO não poderia analisar que mais profissionais podem SIM se formar nessa modalidade…
      Sou formada em ADM há mais de 15 anos, e fiz Edificações pois meu sonho sempre foi atuar na área, sem ter certificação TRABALHEI COM GERENCIAMENTO DE LOJAS DA CLARO por todo Brasil e TRABALHEI NO MAIOR AEROPORTO DO BRASIL, NA CONSTRUÇÃO DO TERMINAL 3 DO AEROPORTO DE GUARULHOS meu profissionalismo não é comparável a nenhum outro e quero fazer o curso EAD, pois tenho uma filha pequena e ficar fora de casa o dia inteiro não é minha realidade de hoje…. mas o CAU não preocupa com esse tipo de situação que em 2019/2020 é bem diferente de 1990…

      CAU vocês precisam decidir se estão do lado da TECNOLOGIA, DA REALIDADE DE 2020 ou estão ainda nos livros de Arquitetura de 1980!!!!!!!!

  133. Maria disse:

    Modalidade EAD é lixo!! O CAU está totalmente certo em impedir estes registros.

  134. WOSHNGTON DA FONSECA disse:

    O CAU está certíssimo, EAD é uma forma interessante de estudo para algumas áreas, mas outras necessitam de trocas de conhecimento cara a cara, tirar dúvidas, entender exatamente o que é e muitas vezes a forma on line deixa dúvidas, entendemos o contrário….lidaremos com vidas e o ensino presencial para algumas áreas é fundamental.
    O universo on line facilita sim principalmente para aqueles que tem pouco tempo para se desdobrar com as poucas 24hs do dia, mas tem um preço muito alto.
    Estudo na Anhanguera de Guarulhos, a estrutura é um lixo, poucos professores, salas as vezes lotadas porque ensalam pra economizar com folha de pagamento, não temos laboratórios para o curso, a gestão da unidade é um lixo….mas as aulas presenciais são as que realmente ensinam. Se perguntarmos algo das atividades on line ninguém quase sabe, fazem tudo pelo copia e cola.
    Aí quando entramos no mercado, o aluno avaliado por suas notas interativas pode ser melhor visto do que aquele que tem menores notas, mas que realmente aprendeu.
    Na minha situação estou indo para o 8º semestre e com mais de 20% de atividades on line, é preocupante, mas eu acho corretíssimo o CAU ser firma nesta decisão.

  135. MURTA . ` . disse:

    Nos países Desenvolvidos existe o Curso de Arquitetura e Urbanismo EAD ( USA dentre eles). Não é crível que n este país Tupiniquim de terceiro mundo existe um Órgão Regulador que nega registro a um Curso EAD. Infelizmente nesta República das Bananas ainda existe gente retrógrada, e desinformada que objetiva unicamente tentar manter o controle. Arquiteto não calcula praticamente nada, pois qualquer cálculo estrutural de responsabilidade é feito por Engenheiro

    Responder

    • Larissa disse:

      Gente retrógrada e desinformada como você. Procura entender o minimo das atividades/ responsabilidades técnicas de um arquiteto antes de falar bobagem.

  136. Cristiano Andreghetto disse:

    Sou engenheiro civil, casado, tenho uma filha. Moro no interior do Maranhão, cidade pequena. Tenho muita vontade de cursar o curso de Arquitetura e Urbanismo para complementar minha formação, não existe a menor possibilidade de eu ir morar na Capital do estado para fazer outra graduação, a única opção que eu teria era EAD. Agora não tenho mais.

    O ensino EAD na maioria das vezes é a unica opção de que trabalha o dia todo pra conseguir pagar uma faculdade…

  137. João da Silva disse:

    Boa tarde. Possuo formação EAD em Arquitetura e Urbanismo. Existe alguma forma de adaptação para que eu possa ser aceito como profissional da área pelo CAU? O que posso fazer para tal, e quais são as disciplinas que preciso preencher?

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